Poema de amor
Tayná Cavalcante - Aluna do 6º ano do Ensino Fundamental
Esse amor só me deixa feliz,
E me faz bem melhor,
Quando você me diz,
que eu sou o seu Sol.
Seu amor é minha poesia,
Tudo é sonho de felicidade.
Não há tristeza, nem despedida...
Essa paixão é amor de verdade.
Seu andar é faceiro...
Seus beijos meu guia de amor.
Seu destino o caminho perfeito
Indicando meu jardim de flor.
Sem você não sou nada.
É minha fantasia...
Alma de asas prateadas,
Você é minha vida.
O Povo, 10/11/2011
Jornal do Leitor
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Amor
Layla Caroline - Aluna do 6º ano do Ensino Fundamental
Eu te amo e quero
ficar com você
viver cada momento
e nunca mais lhe
esquecer.
Queria lhe dar
o sol, o céu e o luar
queria lhe dar
a praia, a orla e o mar.
Nossa amizade é
sincera e fraterna
que o nosso amor
e a nossa paz seja
para sempre eterna.
Que os nossos sonhos
sejam para sempre
realidade e a nossa
amizade seja para
sempre verdade.
O Povo, 10/12/2011
Jornal do Leitor
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Caminhos a seguir
Ariane - Aluna da 1ª Série Ensino Médio
Verdade ou mentira (pode-se dizer que, quando se omite a verdade, mente-se) são dois caminhos a serem seguidos, ou melhor, escolhidos na vida de uma pessoa, mas a dúvida que prevalece está em qual deles seguir. Independentemente da situação, um caminho sempre será mais doloroso do que o outro, cabe a cada um, com seus valores e sabedoria, decidir qual deverá seguir.
Alguns seguem sempre o caminho da verdade. Para esses, mesmo em condições difíceis, a verdade deverá prevalecer, pois ela representa a honestidade e mostra que há amor e respeito para com o próximo. Outros afirmam que a mentira é a escolha mais fácil a seguir, pois dizem que essa não machuca as pessoas, enquanto a verdade sempre traz sofrimento e dor. Há ainda quem alterne na escolha de falar a verdade ou mentir, dependendo da situação e de seu benefício próprio.
A melhor decisão a ser tomada será sempre a da verdade, mesmo que essa seja o caminho mais difícil a seguir, só ela transparecerá a honestidade e respeito ao próximo. Aqueles que falam a verdade e praticam atos verdadeiros serão vencedores, pois realizam maiores conquistas do que quem mente, já que são admirados pela sua honestidade.
O Povo, 10/12/2011
Jornal do Leitor
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A importância de ler
Renata - Aluna do 7º ano do Ensino Fundamental
Ler é importante para o aprendizado. A leitura estimula o desenvolvimento do cérebro. Ela estimula a imaginação. Com a leitura descobrimos mundos, jamais descobertos pelo homem.
Quando você lê um livro, você entra no livro. Você sente os sentimentos dos personagens. Existem vários estilos de livros. Livros de romance, suspense, aventura, drama, comédia, entre outros.
Além disso, quando aprendemos a ler, abrimos as portas para um futuro melhor, tanto para nós mesmos como para a sociedade. Por meio da leitura, aprendemos muitas outras coisas.
Por fim, vamos estimular o aprendizado e a leitura, contribuindo para uma sociedade mais organizada.
O Povo, 05/11/2011
Jornal do Leitor
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Ser poeta
Luana - Aluna do 6º ano do Ensino Fundamental
O amor é claro, às vezes escuro
Mas precisa de um
Porto seguro
É luz acesa
É chama ardente
É alma quente
O amor é compreensão
é pura emoção
por quem se tem afeição
É a soma absoluta
de todas as lutas
que o coração tanto labuta.
O Povo, 10/09/2011
Jornal do Leitor
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Amarelo
Denis Oliveira - Aluno do 7º ano do Ensino Fundamental
Amarelo
A cor do girassol
A cor da alegria
Que sempre contagia.
Amarelo
No nascer do dia
Aparece no sol
E na luz do farol.
Amarelo
De noite só emerge
No brilho das estrelas
E no sorriso dos namorados.
Amarelo
Na alegria de viver
Está presente
Esperando por você.
O Povo, 03/09/2011
Jornal do Leitor
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O índio e sua contribuição para a identidade brasileira
Ingrid de Almeida - Aluna do Extensivo MeD
As tradições e os costumes indígenas contribuíram bastante para a formação da identidade nacional. Entretanto, ainda há muito a ser feito para que a cultura indígena, tão rica e tão diversificada, seja devidamente reconhecida pela sociedade brasileira.
Dentre as mais importantes contribuições dos índios, há os conhecimentos a respeito das propriedades medicinais das plantas encontradas nas florestas, os quais foram fundamentais para o desenvolvimento da indústria farmacêutica. Tais conhecimentos têm sido explorados desde o Período Colonial, quando os jesuítas ocuparam o território nacional e passaram a organizar os aldeamentos, onde os índios eram catequizados. Com os conhecimentos adquiridos a partir desse contato com os diversos povos indígenas existentes no Brasil, os jesuítas puderam lucrar bastante, explorando e comercializando as chamadas “drogas do sertão”.
No entanto, ainda há muitos aspectos das tradições indígenas a serem incorporados à identidade nacional. O hábito de viver em harmonia com a natureza, por exemplo, que os índios possuem há tanto tempo, torna-se cada vez mais imprescindível à preservação da vida no planeta Terra. Isso demonstra o quanto eles, que valorizam e respeitam a natureza, ainda têm a ensinar à sociedade civilizada e globalizada.
Portanto, para que os povos indígenas sejam devidamente valorizados, é necessário que haja maior divulgação das suas contribuições para a formação da identidade do povo brasileiro, através de documentários e de programas televisivos, por exemplo. É também importante que o governo incentive o ensino de aspectos da cultura indígena nas escolas, através de legislação específica.
O Povo, 03/09/2011
Jornal do Leitor
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Como a escola pode utilizar com eficiência e adequação pedagógica ferramentas como tablets?
Ademar Celedônio - Supervisor pedagógico do colégio Ari de Sá
O uso de recursos tecnológicos consiste em se alinhar os modelos pedagógicos tradicionais às necessidades de quem de fato os usa. Dentre tantas ferramentas disponíveis hoje, acreditamos que os tablets sejam as que podem contribuir mais significativamente, uma vez que a possibilidade de integração de diversas mídias em sala de aula pode tornar o ganho pedagógico substancial. Imagine numa aula de Geometria, de forma simples, ser possível visualizar a planificação de um prisma em três dimensões, ou mesmo, numa aula de Biologia, o aluno poder, com um pequeno toque na tela, visualizar com detalhes as organelas de uma célula, e, ainda, o professor poder salvar anotações feitas por ele durante a aula e enviar para todos os alunos.
Confira a Reportagem...
O Povo, 03/09/2011
Jornal do Leitor
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Brasil
Lara Priscila - Aluna do 6º ano do Ensino Fundamental
No Brasil há muita riqueza
Mas também muita pobreza
Desigualdade continua na mesa
Onde esperamos pela nobreza
Brasil gigante e pequenino
Na visão do homem e do menino
Terras férteis do Divino
País do meu povo que muito estimo
Brasil terra de Cabral
Onde viveu o homem ancestral
Lugar de grandeza vegetal
Também de animal e mineral.
O Povo, 27/08/2011
Jornal do Leitor
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A natureza
Carlos Arthur - Aluno do 6º ano do Ensino Fundamental
A natureza é uma coisa inacreditável!
Com animais, plantas e flores.
Além de ser linda é amável com todos os animais.
Ela é um mundo cheio de cores!
Pena que nem todo ser humano a respeita,
com indústrias, automóveis e guerras.
Enfim, tudo que tenha um papel de destruir a natureza, que,
pelo menos, alguns a respeitem, com um toque no coração!
Devemos pensar que, quando estivermos destruindo
a natureza,
É a mesma coisa de destruir uma cidade.
Devemos ter noção do que estamos fazendo
Para darmos ideias aos nossos filhos de qualquer idade,
De como feliz e sensata pode ser a humanidade.
O Povo, 13/08/2011
Jornal do Leitor
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Sempre ao meu lado
Beatriz Facundo - Aluna do 8º ano do Ensino Fundamental
Ela é linda, perfeita, maravilhosa,
Sempre me dá carinho, amor, paz,
Me aceita, me ajuda, me ama como sou,
Nunca me esquece, nunca me deixa para trás.
Mãe protetora, mãe ‘coruja’,
Não deixa nada de mal me acontecer,
Cuida de mim como se fosse um bebê,
Pois não suporta me ver chorando.
Quando tenho pesadelos,
Ela acorda e faz passar toda dor,
Reza comigo,
Me conforta nos travesseiros.
Escovou meus dentes quando eu não sabia,
Apagou a luz para eu ir dormir,
Penteou meu cabelo após o banho,
Me amou antes de eu existir.
Sente saudade quando não me vê,
Seja por uma hora ou seja por um dia,
Sente falta de mim,
E sinto falta da minha melhor companhia.
Me viu nascer e me viu crescer,
Me ama muito,
E eu sempre vou amar você Mamãe!
O Povo, 13/08/2011
Jornal do Leitor
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Mulher e sua independência
Gabriella Pinho - Aluna do 7º ano do Ensino Fundamental
Nós conseguimos chegar
Onde nenhum homem
Conseguiu chegar
Fomos humilhadas e expulsas da sociedade
Mas mesmo assim seguimos em frente
Mulher é como uma rosa
Tem que ser manuseada com cuidado
Mas a quem não cuidar bem dela, ela pode
Mostrar seus espinhos.
A mulher é tão importante para a sociedade
Que até temos um dia em nossa homenagem
Somos importantes,
Somos mulheres.
O Povo, 13/08/2011
Jornal do Leitor
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Os problemas da terceira idade
Ana Luiza - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Quando somos crianças necessitamos de um constante apoio: precisamos de auxílio para nos locomover, de alguém que troque nossas fraldas, de alguém que nos dê comida e explique o que ocorre ao nosso redor. Podemos, então, fazer uma comparação de nossa infância com nossa velhice, quando também precisamos desse auxílio.
Como a sociedade tem uma grande tendência a isolar os idosos e muitas famílias não têm condição financeira e até mesmo psicológica de mantê-los, a saída mais provável é o asilo.
Entretanto, muitas vezes, esses espaços não têm a mínima capacidade física ou até mesmo não possuem profissionais capacitados para cuidar de idosos.
Se nós nos unirmos em prol da melhora estrutural dos asilos, para a contratação de profissionais capacitados e que gostem do que fazem, talvez os idosos tivessem um final de vida mais digno, mais feliz, e talvez até estimularia as famílias a visitá-los mais vezes.
O Povo, 25/06/2011
Jornal do Leitor
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As rosas
Beatriz de Matos - Aluno do 6º Ano do Ensino Fundamental
As rosas colorem o ambiente
As rosas enriquecem a mente
As rosas dão um perfume gostoso
As rosas são de tirar o fôlego
As rosas ajudam o planeta
As rosas são bonitas com certeza
As rosas são bonitas de se ver
As rosas ajudam a crescer.
As rosas dão vida ao mundo
As rosas dão paz aos seres vivos
As rosas dão vida ao ambiente
As rosas ajudam a gente
O Povo, 25/06/2011
Jornal do Leitor
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Saúde esquecida
Sérgio Rhuan - Aluno do 8º Ano do Ensino Fundamental
Atualmente no Brasil a saúde pública está sendo esquecida, para a realização, principalmente, da Copa do Mundo, que recebe a maioria dos investimentos, inclusive aqueles destinados para a saúde.
Os governos públicos, ao investirem na construção de praças, estradas, pontes, estádios de futebol, querem fazer uma espécie de “maquiagem” do que realmente está acontecendo na saúde e na segurança pública.
As famílias mais humildes, quando alguma pessoa fica doente, recorrem logo aos postos de saúde, mas muitos deles estão sem médicos, ou remédios, necessários para curar aquela doença.
Os equipamentos públicos, como as ambulâncias e aparelhos necessários para a realização de exames, estão sucateados pela de falta de manutenção.
Precisamos de políticas públicas que procurem fazer do nosso país, um local bom para se morar ou, pelo menos, com as mínimas condições dignas para se viver.
O Povo, 25/06/2011
Jornal do Leitor
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A natureza
Carlos Arthur - Aluno do 6º Ano do Ensino Fundamental
A natureza é uma coisa inacreditável!
Com animais, plantas e flores.
Além de ser linda é amável com todos os animais.
Ela é um mundo cheio de cores!
Pena que nem todo ser humano a respeita,
com indústrias, automóveis e guerras.
Enfim, tudo que tenha um papel de destruir a natureza, que,
pelo menos, alguns a respeitem, com um toque no coração!
Devemos pensar que, quando estivermos destruindo
a natureza,
É a mesma coisa de destruir uma cidade.
Devemos ter noção do que estamos fazendo
Para darmos ideias aos nossos filhos de qualquer idade,
De como feliz e sensata pode ser a humanidade.
O Povo, 11/06/2011
Jornal do Leitor
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A mulher brasileira
Ana Cecília - Aluna do 7º Ano do Ensino Fundamental
A mulher brasileira é
Amorosa, carinhosa, corajosa...
Tem beleza, inteligência
É paciente, é trabalhadora, é única.
A mulher brasileira tem importância
valorização, sensibilidade...
A mulher brasileira tem responsabilidade!
Cada mulher é única, especial,
tem amor no coração;
dá valor ao que faz de melhor:
Ser mulher.
O Povo, 11/06/2011
Jornal do Leitor
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Mãe
Camila Torres - Aluna do 8º Ano do Ensino Fundamental
Mãe é brilhante
Mãe é cintilante
Mãe é a cada instante
Mãe é importante
Mãe ensina
Mãe aprende
Mas não enrola
a gente
Mãe multiplica
Mãe soma
Mas não é ruim
de conta
Mãe tem linguagem
Mãe tem seriedade
Mãe tem honestidade
Mãe é especial
Mãe é irreal
Mãe é legal
Mas não é igual
Às vezes é enigmática
Mãe é mistério
Mãe tem olhos sinceros.
O Povo, 07/05/2011
Jornal do Leitor
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A valorização da mulher do século XXI: avanços e desafios
Renan Gomes - Aluno do Extensivo MeD
A sociedade do século XXI tem avançado em muitos aspectos no que concerne à igualdade de direitos sociais. Pode-se citar, como exemplo, a crescente participação das mulheres no mercado de trabalho, sobretudo com o acelerado processo de urbanização nas últimas décadas.
Em contrapartida, o reconhecimento pleno da igualdade entre os gêneros ainda está longe de ser efetivado, sobretudo em países subdesenvolvidos com grande parcela da população ainda rural. Um fato concreto que justifica essa ideia é o número elevado de casos de violência física e sexual contra a mulher, o que sugere uma ideologia de submissão ainda aceita por grande parte da população.
Dessa forma, por mais lento que seja este processo, as mulheres devem intensificar a realização de movimentos sociais que busquem eliminar do cotidiano ações que caracterizem desrespeito a seu gênero, despertando uma maior atenção das autoridades públicas nesse aspecto.
Tais problemas podem ser minimizados com uma ampliação de serviços jurídicos especializados no combate à violência contra a mulher, além da aplicação de punições às diferentes formas de desrespeito, sobretudo àquelas veiculadas frequentemente na mídia, como em programas humorísticos e em composições musicais que desvalorizam a figura feminina.
O Povo, 19/02/2011
Jornal do Leitor
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O livro famoso
Clara Garcia - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Desde que eu era pequena, sempre gostei muito de ler e escrever. Hoje já tenho vinte anos e vou escrever um livro falando um pouco sobre o tempo juvenil.
Estou nervosa, pois não sei se o meu livro vai ser escolhido para se tornar famoso, e tenho medo das pessoas não gostarem. Eu já terminei de escrever o livro, agora vou mandar publicar, hoje é o dia mais feliz da minha vida, pois publicarei o meu primeiro livro.
Já estou com ele pronto, e já vou fazer propagandas para as pessoas o lerem. Meu livro já foi lido por mais de cem mil pessoas e agora está saindo em capas de revistas e jornais.
Depois de um ano meu livro ganhou o primeiro lugar, pois foi lido por mais de cem bilhões de pessoas e agora ele é famoso, e eu estou me tornando uma pessoa rica, graças ao meu livro.
O Povo, 12/02/2011
Jornal do Leitor
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Querido diário, ...
Gabriela Paulino - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Fortaleza, 1º de outubro de 2010,
Querido diário,
Desculpe-me por ter passado dois dias inteiros sem escrever. Eu estava internada no hospital. Por quê? Ah, porque eu estava com tétano. É uma doença que se pega por se machucar com materiais contaminados.
Na terça-feira, eu estava andando pelo jardim daqui de casa quando me feri com um ferro que estava solto e que era da minha bicicleta. O ferimento passou um dia sem doer ou sequer arder. Até que, na quarta-feira, o pé machucado estava todo inchado.
Minha mãe me levou imediatamente ao hospital e eu tive que passar um dia lá, internada. Eu só recebi alta quinta-feira à noite. Passei a manhã inteira de hoje na televisão e no computador. Foi muito entediante.
Enfim, agora estou de volta para escrever.
Até amanhã.
Gabriela.
O Povo, 05/02/2011
Jornal do Leitor
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A questão do aborto e sua repercussão no mundo
Arthur Fernandes - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Durante os últimos tempos, a legalização do aborto tem sido um dos assuntos mais debatidos em diversas partes do mundo. Entram em questão os aspectos morais, étnicos e religiosos, responsáveis por tornar esse tema tão criticado.
Entretanto, a grande maioria dos países desenvolvidos, em especial os europeus, conseguiu flexibilizar sua política governamental. Desse modo, tornou-se possível a criação de leis que permitem o aborto por motivos econômicos e sociais. Em contrapartida, essa medida não é igualmente aplicada em países subdesenvolvidos. Dentre essas nações, encontra-se o Brasil, que, de acordo com seu Código Penal, não pune o aborto em casos de estupro e quando a mãe corre risco de vida.
Diante de tais fatos, podemos concluir que a legalização do aborto dificilmente será aceita em todos os países, justamente pelos diferentes modos de interpretar essa prática, vista por muitos como uma desvalorização da vida humana. Uma atitude mais prudente seria, por exemplo, o estímulo a campanhas de planejamento familiar, que poderia conscientizar as famílias pobres a terem poucos filhos.
O Povo, 29/01/2011
Jornal do Leitor
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Uso sustentável do capital estrangeiro
Fernanda Zidnik - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
A Floresta Amazônica está sofrendo sérios riscos de perder parte da sua enorme biodiversidade através do desmatamento, atividade que vem perdendo o controle das autoridades dos países que possuem esse bioma.
Visando preservar a Floresta Amazônica, pode-se utilizar o capital estrangeiro para o pagamento aos proprietários de terra da região para que não desmatem esse bioma.
O aumento da conscientização mundial a respeito da importância biológica da Floresta Amazônica e o grande número de ONGs destinadas a preservá-la facilitam a obtenção do capital estrangeiro.
Porém, muitas empresas e proprietários de terra que utilizam a madeira comercialmente lucram com o desmatamento da Floresta Amazônica, podendo ser necessário uma quantia de pagamento inviável para a interrupção dessa atividade.
Além do pagamento, as empresas e os proprietários de terra que utilizam a madeira amazônica comercialmente poderiam receber o auxílio de profissionais na ajuda do investimento do seu capital em áreas lucrativas que não prejudiquem o meio ambiente, como a pesquisa biotecnológica relacionada ao bioma amazônico.
O Povo, 29/01/2011
Jornal do Leitor
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O livro famoso
Camilla Torres - Aluna do 7º Ano do Ensino Fundamental
Pra ser amigo,
tem que ter carinho,
ter sorriso, ser abrigo.
Pra ser amigo,
precisa de honestidade,
amizade, solidariedade.
O amigo só poderá existir
se houver confiança,
que traz esperança.
O Povo, 22/01/2011
Jornal do Leitor
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O livro famoso
Clara Garcia - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Desde que eu era pequena, sempre gostei muito de ler e escrever. Hoje já tenho vinte anos e vou escrever um livro falando um pouco sobre o tempo juvenil.
Estou nervosa, pois não sei se o meu livro vai ser escolhido para se tornar famoso, e tenho medo das pessoas não gostarem. Eu já terminei de escrever o livro, agora vou mandar publicar, hoje é o dia mais feliz da minha vida, pois publicarei o meu primeiro livro.
Já estou com ele pronto, e já vou fazer propagandas para as pessoas o lerem. Meu livro já foi lido por mais de cem mil pessoas e agora está saindo em capas de revistas e jornais.
Depois de um ano meu livro ganhou o primeiro lugar, pois foi lido por mais de cem bilhões de pessoas e agora ele é famoso, e eu estou me tornando uma pessoa rica, graças ao meu livro.
O Povo, 22/01/2011
Jornal do Leitor
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A poesia
Isabele Costa - Aluna do 4º Ano do Ensino Fundamental
A poesia é motivo de alegria
Cai na melodia ou no ritmo da folia
Tem que ter inspiração
Para rimar com atenção.
Ninguém precisa ser poeta
Para fazer uma poesia
No avião, no caminhão, sempre com o lápis na mão
Se tiver dúvida na rima
É só falar com o coração
O que importa é a intenção.
O Povo, 22/01/2011
Jornal do Leitor
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O verdadeiro sentimento
Beatriz Magalhães - Aluna do 7º Ano do Ensino Fundamental
O coração confuso esclarece tudo;
não é amor, nem paixão;
é só amor de irmão.
Profundezas de amizades!
Amor de um tio
para um sobrinho;
de um pai
para um filho.
De melhores amigos;
De uma pessoa que considera
a outra a mais importante.
O Povo, 15/01/2011
Jornal do Leitor
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O desrespeito à terceira idade
Ringo Stone - Aluno do Extensivo MED
Os idosos merecem atenção e tratamento adequado em qualquer sociedade do mundo. Entretanto, isso não é o que se percebe em muitas nações do globo, como o Brasil. Se o país deseja tornar-se desenvolvido, é preciso dedicar mais atenção a essa parcela da sociedade.
Com o começo da industrialização no Brasil no começo do século passado, a população brasileira passou a se deslocar para as cidades. Com isso, as pessoas passaram a ter mais acesso a serviços de saúde. Esse processo provocou um aumento significativo na expectativa de vida no Brasil.
Assim, a população de idosos cresceu e, para contemplá-la, foi criado o Estatuto do Idoso. Ele garante a essas pessoas o direito à vida e a todos os instrumentos necessários para vivê-la com qualidade. Além disso, afirma que garantir tais condições é dever não só do Poder Público, mas também da sociedade.
Porém, não é difícil constatar que esses direitos não estão sendo respeitados. Muitos idosos têm grandes dificuldades para manter seu estado de saúde adequado, pois são abandonados pela família e o dinheiro recebido da aposentadoria é insuficiente para comprar os remédios. Além disso, é frequente no noticiário televisivo casos de maus-tratos a idosos.
Dessa forma, buscando atingir a condição de país de Primeiro Mundo, o Brasil deve tomar medidas efetivas para valorizar o idoso. É preciso reduzir o tempo de aposentadoria para que, assim, as pessoas tenham condições físicas e mentais de aproveitar a terceira idade com qualidade de vida. É importante também que o Poder Público invista mais na Previdência Social e que cada cidadão preze pela vida do idoso, tanto no âmbito familiar como na sociedade em geral.
O Povo, 15/01/2011
Jornal do Leitor
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Esmola: partilha ou exclusão?
Thaís Alexandrino - Aluna do 3º Ano do Ensino Fundamental
A esmola, que deveria ser vista como uma ajuda ou até mesmo como um gesto de solidariedade, entrou no cotidiano dos brasileiros. O cidadão para no sinal de trânsito e, com um ato mecânico, junta as moedinhas que encontra e, por fim, as entrega a um pedinte na rua.
Crianças, idosos, doentes e mendigos recebem diariamente alguns trocados e, com isso, tentam sobreviver. Dessa forma, a esmola, que deveria ajudar os necessitados e partilhar os bens dos mais favorecidos, termina excluindo os miseráveis e aumentando as diferenças entre eles e o restante da sociedade.
O que os pobres e os marginalizados precisam é de emprego, os idosos e os incapacitados, de programas de auxílio e as crianças, de escolas e educação; somente dessa forma poderá se combater a pobreza, a fome e a miséria. Pequenos trocados não resolvem a situação de forma definitiva, apenas temporariamente.
Diante desse problema, o melhor a ser feito é a mobilização da sociedade para a contribuição e o auxílio voluntários a entidades e associações filantrópicas. Dessa forma, pedintes não se acomodarão sobrevivendo apenas de esmolas (já que elas só serão doadas a instituições) e o contribuinte terá uma maior certeza quanto ao destino final do dinheiro, visto que vários pedintes gastam com bebidas e drogas.
O Povo, 11/01/2011
Jornal do Leitor
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O sapo assustador
Davi Sensato - Aluno do 2º Ano do Ensino Fundamental
Um dia Cecília saiu para colher flores. Ela colheu violeta, rosa, margarida e girassol.
Ela não sabia que havia um sapo no jardim. Ela estava tranquila, quando de repente o sapo saiu dos arbustos.
Ela levou um susto e saiu correndo para dentro de casa.
O Povo, 11/01/2011
Jornal do Leitor
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Exploração infantil, a triste realidade
Tainá Josino - Aluna do Extensivo Olímpico
Quem nunca se deparou com uma criança catando latinhas do chão ou remexendo o lixo das calçadas? Essas são apenas algumas formas de trabalho infantil, proibido, por lei, no Brasil. O combate à triste realidade da exploração de crianças é, certamente, um dos maiores desafios do país nos próximos anos.
A preferência pela mão de obra infantil não é à toa. Além de mais barata, é bem menos exigente quanto às condições de trabalho, na maioria das vezes desumanas. Assim, no meio rural, por exemplo, é muito comum que crianças trabalhem, principalmente porque a fiscalização é mais ineficaz que no meio urbano, no geral. A punição dos responsáveis por esse crime é quase inexistente, fator que agrava a situação.
Somado a essa impunidade, ainda existe, no Brasil, o estímulo ao trabalho infantil dado pelos pais, pela necessidade de maior renda familiar. O resultado é a perda da infância e a deficiência na conclusão dos estudos, quando deveriam ser ambos (estudo e infância) garantidas a todas as crianças.
Assim, é necessário que os investimentos no combate da exploração do trabalho infantil sejam crescentes. Projetos para a educação das famílias devem ser criados, para que reconheçam a importância da infância e a gravidade do crime de exploração infantil. Além disso, as leis que abordam essa temática devem ser mais rígidas, visando a erradicar essa prática no Brasil.
O Povo, 11/12/2010
Jornal do Leitor
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O remédio para o sucesso
Andressa Sales - Aluna do Extensivo MeD
Enemroscitran é um medicamento que prepara os alunos para o novo Enem. Ele é rápido, seguro e eficaz. É de alta qualidade e é o produto mais vendido na indústria farmacêutica.
Esse remédio é indicado para todos os alunos que queiram ingressar em uma faculdade. Sua fórmula é composta por esforço e dedicação. É utilizado em forma de gotas ou comprimidos. Se a composição for em forma de gotas, é necessário ingerir vinte gotas ao dia, durante duas semanas. Se a forma for em comprimidos, deverá ser consumido duas vezes ao dia, pelo mesmo período de tempo. Se o medicamento não fizer efeito, deverá ser ingerido por mais uma semana. O remédio não é recomendável a pessoas com mais de vinte e cinco anos de idade, pois os efeitos não serão tão eficazes.
O produto está a venda em todas as farmácias, o preço é acessível. Na compra de uma caixa ou vidro, você poderá levar outro de brinde. Fale para amigos e parentes sobre a novidade, você não se arrependerá.
O Povo, 27/11/2010
Jornal do Leitor
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O lixo, o Brasil e o luxo
Daniel Rodrigues - Aluna do Extensivo MeD
Considerada uma das principais causas da poluição em nosso país atualmente, o mal remanejamento do lixo urbano tem provocado cada vez mais atenção do Governo Federal, que aprovou recentemente uma lei de regulamentação da reciclagem do lixo produzido no Brasil.
Essa norma proporcionará um aumento na renda dos recicladores de lixo, o que terá efeitos na economia brasileira a curto prazo. De acordo com estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Brasil economizará cerca de oito bilhões de reais por ano. Esse dinheiro poderá ser investido em outras áreas, como saúde e educação.
Atualmente, o nosso país recicla somente 3% dos resíduos sólidos provenientes das cidades, enquanto as nações desenvolvidas têm índices de reciclagem muito maiores que os nossos. Com essa lei, espera-se que esse percentual cresça a cada ano. Logicamente, o Brasil somente poderá usufruir das benesses dessa lei se ela tiver o apoio do empresariado e dos governos estaduais e municipais.
O Governo Federal deve criar meios para que essa lei seja posta em prática. Logo, ele tem de fornecer incentivos fiscais às empresas que apoiarem essa norma. Além disso, terá que ser repassada uma maior parte da arrecadação dos impostos aos estados e municípios. Deve-se punir com rigor aqueles que desrespeitarem essa lei. Desse modo, tal problema deverá ser resolvido.
O Povo, 27/11/2010
Jornal do Leitor
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A convivência entre as gerações
Isadora Costa - Aluna do Extensivo MeD
O comércio entre as gerações é, muitas vezes, flagrado com conflitos de pensamentos, hábitos e interesses diferentes.
Essas divergências acontecem, pois as pessoas são reflexos do período em que vivem. Portanto, seres humanos que nascem e crescem em épocas diferentes possuem mentalidades e costumes próprios; que, quando confrontados, geram discussões e questionamentos de personalidades.
Além disso, a convivência entre pessoas de gerações distintas torna-se difícil por razão do sentimento egocêntrico que cada uma delas alimenta ao julgar os seus valores como os mais corretos. E esse egoísmo dificulta a união em sociedade, que ajudaria a promover o bem-estar de todos.
Apesar dessas circunstâncias, ainda existe a possibilidade de as gerações coexistirem harmoniosamente. Para isso, é preciso que haja respeito, compreensão e solidariedade entre os indivíduos que as constituem.
O Povo, 20/11/2010
Jornal do Leitor
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Amizade
Camilla Torres - Aluna do 7º Ano do Ensino Fundamental
Pra ser amigo,
tem que ter carinho,
ter sorriso, ser abrigo.
Pra ser amigo,
precisa de honestidade,
amizade, solidariedade.
O amigo só poderá existir
se houver confiança,
que traz esperança.
O Povo, 20/11/2010
Jornal do Leitor
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O que fazer?
Laura Alcântara Salvador - Aluna da 1ª Série do Ensino Médio
O que fazer quando tudo parece estar perdido, e sentimos aquela louca e tentadora vontade de jogar tudo para o auto? O que fazer exatamente, eu não sei ainda. Mas sabe o que eu penso? Eu penso que mesmo que você jogue tudo para o auto, uma hora ou outra tudo cairá novamente, e você irá se deparar com tudo que abandonou e tentou esquecer.
Em minha opinião, nada é tão horrível, nem tão doloroso que não se possa suportar. Tudo sempre tem saída, às vezes o resultado da nossa solução não é imediato, mas uma hora você irá se dar conta de que tudo passou, e que só restou aquela lembrança de tudo que passou uma lembrança ruim talvez, que te causa aquela dorzinha no fundo do coração. E eu ainda estou procurando saber o que fazer com essa tal dorzinha, porque eu a sinto ainda. Mas eu sinceramente acho que um dia vai passar. Porque afinal, tudo passa.
O Povo, 13/11/2010
Jornal do Leitor
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Receita para o Enem
Agnes Ruama - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Para obter o resultado esperado no novo ENEM, é necessário que o aluno que está cursando o ensino médio tenha: paciência, determinação, conhecimento, esperança e força de vontade.
Ao apresentar todos os ingredientes, pegue uma vasilha e adicione: cem gramas de paciência, uma colher de determinação, cinquenta gramas de conhecimentos, misture bem os ingredientes, para que não ocorra nenhum erro, e o aluno possa obter o resultado esperado.
Após a mistura dos ingredientes, adicione em um copo uma colher de esperança e meia colher de força de vontade. Adicione no mesmo copo a mistura dos ingredientes, espere cinco minutos.
Após o tempo esperado, o aluno estará pronto para fazer a prova do novo ENEM e obterá o resultado esperado se seguir corretamente as instruções da receita.
O Povo, 06/11/2010
Jornal do Leitor
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Receita para o sucesso
Isis Torquato - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Numa receita para o estudante se preparar para o ENEM é preciso ter uma boa base escolar, muita dedicação e vontade de passar no vestibular; ser esforçado, organização com os estudos, prestar atenção nas aulas, resolver exercícios de provas dos anos anteriores e sair nos finais de semana, para desestressar.
A base escolar, que é adquirida ainda no ensino fundamental, é necessária para se entender melhor a matéria quando o professor está explicando. Ao chegar a casa, na hora que for estudar, o aluno utiliza a organização com os estudos e usa também o esforço, tentando resolver as questões das provas do ENEM e os exercícios passados para casa. Esse procedimento não é fácil, principalmente para quem não tem o costume de estudar, por isso é necessário muita dedicação e vontade de passar no vestibular, que é o que muitos estudantes querem. E por fim, quando chegar o fim de semana, sair com os amigos ou a namorada para se divertir um pouco.
Essa receita é ideal para os estudantes passarem no vestibular, é só seguir todos os passos que não tem erro. Serve também para quando estiverem na faculdade.
O Povo, 06/11/2010
Jornal do Leitor
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Anorexia alcoólica e suas implicações
Cinthia Rachel Falcão - Aluna do Extensivo
O aumento indiscriminado do consumo de bebidas alcoólicas está tornando comum o desenvolvimento de um novo distúrbio alimentar: a anorexia alcoólica. Esse transtorno ocorre, principalmente, entre mulheres que buscam atingir os padrões estéticos difundidos pela mídia, atrelando uma rígida e insuficiente dieta alimentar ao excessivo consumo de álcool.
A mídia possui um caráter ambíguo em relação a tais temas, pois ao mesmo tempo em que promove campanhas com o intuito de combater esses distúrbios nutricionais, continua associando os padrões estéticos de beleza à magreza. Dessa maneira, a mídia mantém uma postura contraditória que continua influenciando negativamente inúmeros jovens.
A anorexia alcoólica envolve componentes psicológicos, fisiológicos e sociais tornando-se uma doença complexa que, além de tratamento médico, exige apoio e compreensão familiar na tentativa de desenvolver a autoconfiança do paciente.
Portanto, a análise desse distúrbio nutricional não pode ser feita de maneira generalizada, pois cada caso é fundamentado em diferentes fatores. No entanto, as diferentes características comungam com a insegurança pessoal. Assim, a principal solução para a anorexia alcoólica consiste na elevação da autoestima a fim de fortalecer a personalidade do jovem.
O Povo, 30/10/2010
Jornal do Leitor
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Aladim vende a lâmpada maravilhosa para Fera presentear Bela.
Isabela Mota - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Certo dia, um homem, chamado Aladim, encontrou uma lâmpada na calçada da sua casa, só que, como a lâmpada estava suja, ele esfregou a poeira e de dentro saiu um gênio. Ele tomou um susto na hora, mas depois foi se acostumando com o gênio. Como a lâmpada não valia mais nada, ele vendeu para seu amigo, o Fera, que iria presentear sua namorada Bela, que adorava lâmpadas.
O Fera comprou a lâmpada e a embalou para dar a Bela. Quando chegou em casa, avisaram-no de que Bela tinha ido à casa de praia de sua amiga.
Quando ela voltou, Fera a convidou para irem jantar fora, ela adorou a ideia. Quando chegaram ao restaurante, pediram o jantar. Depois, Fera disse:
Bela, comprei esta lâmpada para você!
Muito obrigada, Fera! Você é um amor! Respondeu Bela.
E todos foram felizes para sempre.
O Povo, 23/10/2010
Jornal do Leitor
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A valorização da mulher na sociedade
Maria Isabel - Aluna do Extensivo MeD
É possível notar uma clara desvalorização da contribuição da mulher para a sociedade desde a Pré-História, quando a divisão do trabalho entre sexos relegou-a ao papel de administradora do lar. Mesmo hoje, com a sua crescente integração ao mercado de trabalho, não se é dado o devido respeito e reconhecimento ao sexo feminino.
As mulheres têm buscado, nas últimas décadas, afirmar-se mais fortemente em meio a uma sociedade predominantemente machista, herança do patriarcalismo que vingou, por exemplo, no Brasil colonial. Em muitos lugares do mundo, como no Oriente Médio, a submissão feminina é um marcante traço da cultura local. No Ocidente, porém, essa situação já tem tomado outros contornos.
Com o movimento feminista nos anos 60, as mulheres causaram uma intensa reviravolta na ordem social ao promoverem greves e reivindicarem direitos igualitários entre sexos. O feminismo ativista, assim, chamou a atenção do mundo para a condição da mulher, desconstruindo uma série de preconceitos em relação ao seu papel na sociedade e contribuindo para a sua valorização.
É preciso, ainda, a disponibilização de um espaço maior de atuação para o crescimento da participação feminina em áreas onde os homens predominam, com a formalização de leis que estipulem igualdade salarial e mesmas condições de trabalho nas mais variadas profissões.
O Povo, 23/10/2010
Jornal do Leitor
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Como eleger bons políticos
Ana Carla Pinheiro - Aluna da 1ª Série do Ensino Médio
Para termos bons políticos no poder público é necessário que os candidatos a esses cargos tenham alguns requisitos indispensáveis, como: um bom histórico, responsabilidade, dedicação ao trabalho a ser exercido, honestidade e sabedoria.
Um histórico sem escândalos políticos e contendo projetos sociais já realizados é importante para evitar que políticos corruptos sejam eleitos novamente. Junte ao bom histórico, muita responsabilidade e honestidade para o político usar, com sabedoria, o dinheiro público.
Ao fim, acrescente a dedicação para que o trabalho possa ser exercido de forma efetiva. O resultado é a escolha de bons representantes.
Esta receita, se feita muitas vezes, rende o desenvolvimento social, político e econômico do país. A sugestão é que ela seja feita por eleitores que desejam mudar a atual situação de sua nação. A eleição de bons políticos no poder público brasileiro em excesso não faz mal.
O Povo, 23/10/2010
Jornal do Leitor
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Amar Fortaleza para ir mais longe
Gabriel Henrique - Aluno do 3º ano do Ensino Fundamental
Fortaleza cidade bela
De muitas praias
Sol e castelo de areia
Que atrai turistas para ela.
Nasceu à margem de um rio
Cidade de sol quente
Nas brisas gostosas
Que encantam muita gente.
Cidade de muito trânsito
Muita poluição
A vida aqui é assim...
Temos belezas, mas problemas de montão.
O Povo, 23/10/2010
Jornal do Leitor
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Na piscina do Ari
A PISCINA semi-olímpica do Colégio Ari de Sá/Duque de Caxias
teve sua inauguração em grande estilo.O evento contou
com a equipe de nado sincronizado do BNB Clube, que tem no
comando a professora Jamille Barros. O grupo fez belíssima
apresentação dessa modalidade que logo será oferecida aos
alunos. Nesta foto, da esquerda para a direita, a auxiliar técnica
da treinadora Jamille, Luana Rodrigues, e as atletas Nina
Gruska, Karla Ferreira, Yara Lima, Sarah Marfim e Jamille.
Diário de Nordeste - 18/10/2010
Sílvio Carlos
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Índios do Brasil
Luciano Drozda - Aluno da 1ª Série ITA
Atualmente, a situação na qual se encontram os povos indígenas no Brasil é motivo de descontentamento para todos aqueles que defendem a causa indígena.
Apesar do governo ter criado o Estatuto do Índio, com o objetivo de defender os direitos dos indígenas, esses povos continuam vivendo à margem da sociedade, sem assistência alguma. Além disso, sua sobrevivência é ameaçada por conta da ação de fazendeiros que desejam tomar suas terras. A “integração à comunhão nacional” acaba se tornando uma perigosa arma contra as próprias populações indígenas.
Talvez seja por essa razão que alguns povos prefiram o isolamento. Dessa forma, podem se proteger de qualquer mal que os venha afligir a sociedade “civilizada”. Acredita-se que essas populações indígenas ainda mantenham costumes e cultura primitivos.
Parte dessa lamentável situação foi mudada a partir da ação de voluntários, que visitam povoados indígenas periodicamente a fim de oferecer-lhes assistência médica básica e alimentos. O governo também dá auxílio a esses povos, homologando e registrando suas terras como propriedade deles mesmos.
Entretanto, ainda há muito o que fazer com relação à melhoria da qualidade de vida do índio no Brasil. Estado, iniciativa privada e sociedade devem se unir em prol da causa indígena, pois esses povos fazem parte, de certa forma, do patrimônio histórico e cultural de nosso país.
O Povo, 16/10/2010
Jornal do Leitor
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O Trânsito em Fortaleza
Alline Costa - Aluna do Extensivo
Várias situações de engarrafamento são observadas nas principais vias de acesso à cidade de Fortaleza, e esse caos frequente no trânsito prejudica a rotina de muitas pessoas. Por esse motivo, é necessário analisar os principais fatores que contribuem para essa problemática no trânsito.
Um dos fatores é facilidade de compra de automóveis, pois, devido a taxas menores cobradas pelas montadoras, o custo do veículo diminuiu, e, consequentemente, o fluxo de carros aumentou. Porém, a cidade recebe esse aumento sem ter ruas suficientes que possibilitem um deslocamento tranquilo dos veículos.
Além disso, muitas pessoas preferem utilizar seus veículos particulares a utilizar transportes públicos devido ao medo de assaltos e de outras formas de violência. Porém, essa atitude individualista não vai resolver o problema da violência urbana e ainda vai levar ao frequente congestionamento no trânsito.
É indispensável, portanto, que ocorra o estabelecimento de outras vias de acesso à cidade a fim de minimizar os engarrafamentos. Além disso, é fundamental que as pessoas desenvolvam uma visão coletiva e não individualista dos problemas no trânsito para que se possa alcançar o bem da sociedade.
O Povo, 16/10/2010
Jornal do Leitor
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Pais e professores ao mesmo tempo
Quando na hora da chamada quem levanta a mão é o filho do professor logo surgem conflitos, dúvidas e boas histórias. No Dia dos Professores, O POVO conta histórias de como é ser professor do próprio filho em sala de aula.
Eles ensinam o que recomendam os currículos escolares, mas o que fica é justamente sobre o que os livros didáticos muitas vezes não falam: valores, exemplos e lições de vida. No dia deles, O POVO conta histórias de professores que são ou foram, literalmente, mestre e pai, sendo professores dos próprios filhos.
É o caso de Alynne Aguiar, professora – e mãe – de Carlos Eduardo Nogueira, o Dudu, aluno do 5º ano de uma escola particular de Fortaleza. Ela conta que no início do período letivo os colegas do filho achavam que havia diferença de tratamento. “Hoje, as crianças já compreendem que ele faz parte do grupo. Mas, no início, fiquei num momento de conflito, mostrando para os outros da turma que ele era apenas mais um aluno”, relembra.
Apesar dos problemas iniciais, a professora só conta vantagens da experiência de compartilhar a sala de aula com o filho. Dudu, de 10 anos, faz parte da turma integral: tem aulas pela manhã e à tarde faz atividades complementares, como esportes, tarefas de casa e estudo para prova. Na sala de aula, à tarde, tudo é feito sob a supervisão da mãe.
“Tenho a possibilidade de acompanhar tudo. Muitas mães não têm esse privilégio”, opina. Ainda de acordo com ela, outro ponto positivo é não precisar ter um terceiro turno de estudos com o filho, já que as tarefas são feitas na escola. “À noite não é tão desgastante. Tenho mais tempo para ele”, diz a professora.
Dudu é que parece não ter se importado muito com o “ciúme” dos colegas. Ele conta que ficava “na dele” quando alguém reclamava. “É mais legal ter minha mãe como professora. Eu posso falar com ela a hora que eu quiser”, argumenta.
O Povo - 15/10/2010
Fortaleza
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O brilho da dança
VITÓRIA SANTOS, aluna do ensino
fundamental II do Colégio Ari
de Sá Cavalcante/Duque de Caxias,
participou do 28º Festival
de Dança da cidade de Joinville,
em Santa Catarina. Ela conquistou
a primeira colocação do evento
na modalidade sapateado -
categoria conjunto sênior.O
Ari também tem a dança
entre suas prioridades para
bem educar e formar
cidadãos e cidadãs.
Diário de Nordeste - 13/10/2010
Sílvio Carlos
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Ari – uma honrosa medalha
A ESTRELA continua brilhando também
no esporte no Ari de Sá. A aluna desse
conceituado estabelecimento de ensino
da Capital, da sede Aldeota, Ana Lima
Rema, terminou como vice-campeã
da prova dos 50 metros borboleta
na fase nacional da edição 2010
das Olimpíadas Escolares. Ana
ficou coma prata dessa competição
disputada no parque aquático
do Clube Náutico Atlético
Cearense após marcar o tempo
de 00’30’’65. A atleta do Ari de
Sá foi superada pela nadadora
Luana Obino, do Distrito Federal,
que garantiu a medalha de ouro.
Diário de Nordeste - 11/10/2010
Sílvio Carlos
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Os problemas da terceira idade
Ana Luiza Medeiros - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Quando somos crianças necessitamos de um constante apoio: precisamos de auxílio para nos locomover, de alguém que troque nossas fraldas, de alguém que nos dê comida e explique o que ocorre ao nosso redor. Podemos, então, fazer uma comparação de nossa infância com nossa velhice, quando também precisamos desse auxílio.
Como a sociedade tem uma grande tendência a isolar os idosos e muitas famílias não têm condição financeira e até mesmo psicológica de mantê-los, a saída mais provável é o asilo.
Entretanto, muitas vezes, esses espaços não têm a mínima capacidade física ou até mesmo não possuem profissionais capacitados para cuidar de idosos.
Se nós nos unirmos em prol da melhora estrutural dos asilos, para a contratação de profissionais capacitados e que gostem do que fazem, talvez os idosos tivessem um final de vida mais digno, mais feliz, e talvez até estimularia as famílias a visitá-los mais vezes.
O Povo, 09/10/2010
Jornal do Leitor
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A relação homem x tempo
Raila Linhares - Aluna do Extensivo MeD
A relação homem "versus" tempo tem se tornado cada vez mais limitada. O homem contemporâneo tenta competir com o tempo, por ser condicionado a realizar múltiplas atividades em curtos períodos. Assim, o cronograma é indispensável para delimitar a utilização do tempo durante a realização das atividades cotidianas.
As vinte e quatro horas do dia seguinte já estão programadas no "palm top" do empresário, no despertador do administrador, na agenda da secretária, no calendário do entregador e na caderneta de lembretes da dona de casa. Em cada instância da sociedade, o tempo domina de uma forma diferente.
Para competir com o "tic tac" incessante, que impulsiona o mundo globalizado, o homem tem sofrido adaptações em seu estilo de vida. Essas alterações são evidentes, por exemplo, na linguagem, ao surgir o "internetês"; no fluxo de capital, nas operações financeiras "on-line", e nos transportes, com os trens-bala e os jatinhos supersônicos.
Em meio a essa declarada corrida contra o tempo, o ser humano acaba por fracionar a própria vida, atendendo às imposições do sistema capitalista, muitas vezes esquecendo de si e de sua relação com os outros. Por isso, é necessário que cada pessoa reavalie sua relação com o tempo e inclua, em seu cronograma, um tempo para ser livre, recuperando sua humanidade.
O Povo, 02/10/2010
Jornal do Leitor
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A importância da norma culta
Marina Fiuza - Aluna da 3ª Série do Ensino Médio
Muitos equívocos, no tocante à devida compreensão de textos, são cometidos quando a norma culta da língua portuguesa não é utilizada de maneira adequada. Verifica-se, portanto, a importância dessa forma correta para o entendimento e interpretação do português escrito.
A forma coloquial da língua portuguesa não está errada. Ela é adequada para o diálogo entre amigos, por exemplo. Entretanto, erros condenados pela variedade culta e que são permitidos pela forma coloquial podem comprometer indivíduos que os cometem em ocasiões formais e que exigem o uso correto do português.
Além disso, determinados erros ou desvios gramaticais podem dificultar o processo de compreensão de textos escritos em forma coloquial, invertendo significados e tornando obscuro o entendimento.
Cientes da importância da norma culta, as escolas devem priorizar seu ensino, mostrando como e em que ocasiões utilizá-la, evidenciando que a forma coloquial deve ser utilizada em ocasiões específicas, e não ser tida como correta e única, em detrimento da norma culta, que deve ser respeitada.
O Povo, 25/09/2010
Jornal do Leitor
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Primeiro lugar
A ALUNA Priscila Carvalho
Machado Aguiar, do Colégio
Ari de Sá Cavalcante,
sede Washington Soares,
teveuma brilhante participação
na fase nacional das
Olimpíadas Escolares, competição
que aconteceu em
Fortaleza e foi encerrada
domingo passado (19/09).
Ela conquistou o 1º lugar na
prova dos 400 metros livre.
Parabéns!
Diário de Nordeste - 21/09/2010
Sílvio Carlos
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Futebol é Alegria
João Gabriel - Aluno do 7º Ano do Ensino Fundamental
Futebol é alegria
Traz amor no coração
Futebol é amizade, alegria e diversão,
Futebol é também paixão
Futebol é raça
Está no sangue também
Quando se joga, fica tudo bem
E a violência no estádio
Não pode existir
Pois a torcida ali
Vai diminuir.
E essa poesia
Não pode acabar
Pois os times
Amigos, vão continuar.
O Povo, 18/09/2010
Jornal do Leitor
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De bem com o mundo
Maira Maerschner - Aluno do 9º Ano do Ensino Fundamental
Há uns 6 meses atrás eu fiz essa viagem pelo litoral brasileiro, passei por diversas cidades, diversas praias. Incrível como muitas pessoas pensam que "praia é tudo igual" quando não é, cada uma tem seu estilo, seus pontos marcantes, cada uma tem seu mar, suas pessoas. A viagem toda durou uns cinco meses, e fiquei aproximadamente uma semana em cada cidade. Eu estava passando por alguns problemas pessoais, e me incentivaram a fazer essa viagem, e foi revigorante para mim. Não há maior prazer e satisfação do que saber apreciar os pequenos detalhes da vida, aprender que existem muitas coisas boas para as quais as pessoas não dão valor.
Lembro que passei por uma praia, não sei exatamente onde, mas foi pelo Ceará, que fiquei maravilhada, não só com a beleza estonteante da paisagem, mas também com as pessoas. Elas eram muito receptivas com os turistas que por ali passavam, faziam de tudo para que eles gostassem do lugar. Uma cena desse lugar ficou em minha memória, duas ou três crianças brincavam com a água do mar, e chegou um menininho negrinho, bem negrinho, pedindo para brincar também. Do jeito que a sociedade está hoje, pensei que ele não ia ser aceito pelas outras crianças, mas eu estava enganada, elas brincaram com ele. Acho que passei uma tarde inteira sentada, só vendo as crianças brincarem. Fiquei de bem com o mundo depois disso.
Cada pessoa deveria ter esse momento de paz, só para relaxar e aproveitar as coisas boas da vida, que são muitas, mas estão escondidas no meio de tanta coisa ruim.
O Povo, 18/09/2010
Jornal do Leitor
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Estrela do Ari
ALANA Diógenes, aluna do
1º ano do Ensino Médio do
Colégio Ari de Sá - Duque de
Caxias, está se destacando no
karatê. Nas Olimpíadas Escolares
Alana ganhou 1º lugar no
kumitê e 2º lugar no katá, categoria
12 a 14 anos.
Parabéns.
Diário de Nordeste - 13/09/2010
Sílvio Carlos
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Amar Fortaleza para ir mais longe
Bruno Costa - Aluno do 3º Ano do Ensino Fundamental
Vendo o pôr do sol de cima de uma duna
É tão lindo, é tão belo.
Só podia ser em Fortaleza
Viva! Viva! Por sua beleza.
Alegria, festa e fantasia
283 anos de beleza
Só podia ser Fortaleza.
Quando faz luz
Todas as pessoas vão pra praia
E com toda essa beleza
Quem não quer vir morar em Fortaleza.
O Povo, 11/09/2010
Jornal do Leitor
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Autobiografia de João (personagem do livro “Peter Pan”)
Cláudio Gabriel - Aluno do 6º Ano do Ensino Fundamental
Meu nome é João, tenho dois irmãos que se chamam Wendy e Miguel, com quem moro, além de meus pais, o senhor e a senhora Darling. Conheci Peter Pan junto com sua fada, Sininho, no meu quarto. Aprendi a voar junto com Wendy e Miguel por causa do pó mágico das asas de Sininho. Diverti-me muito voando para a Terra do Nunca com Peter Pan e meus irmãos. Quando cheguei lá, conheci os meninos perdidos, que pediram para Wendy ser mãe deles enquanto estivéssemos lá. Nesse período, enfrentamos muitas batalhas contra piratas, e, às vezes, alguém acabava ferido, o que os meninos adoravam. Às vezes, a gente fazia jantar de faz de conta, que me deixava com muita fome, porque nós não comíamos nada, na verdade.
Certa vez, desesperei-me quando vi minha irmã caída no chão, logo, todos estavam gritando mais desesperados que eu. Foi quando eu vi Piuí falando bem rápido, dizendo que tinha disparado uma flecha contra Wendy, porque Sininho falou que Peter havia mandado, mas tudo acabou bem.
Na Terra do Nunca, eu descobri, também, que havia piratas muito maus. Eles até nos raptaram, mas Peter foi nos salvar. Houve uma luta que Peter ganhou e o crocodilo que Gancho tanto odiava o comeu. Depois dessa história maluca e fantástica, nós voltamos para casa e crescemos como todas as outras crianças. Menos as da Terra do Nunca, é claro.
O Povo, 11/09/2010
Jornal do Leitor
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Mercado fica de olho nos candidatos pelo raciocínio lógico que
apresentam,diz Estênio Sabóia, do Ari de Sá
Escolas também entram na disputa
Qual é o perfil do aluno que
disputa uma vaga nas escolas
militares? Dez entre dez professores
dos cursos preparatórios
respondem: são extremamente
estudiosos e determinados, gostam
de desafios e têm sólida
base no processo de aprendizagem.
“Eles apresentam muita
facilidade com a Matemática,
com os cálculos”, completa
Estênio Sabóia, um dos coordenadores do
Colégio Ari de Sá.
Segundo ele, o vestibular do
ITA é o de maior concorrência
do País, ainda assim, é o mais
procurado pelos alunos do Ari.
“Dos estudantes que desejam
uma escola militar, pelo menos
90% querem ingressar no ITA”,
explica, adiantando que a tradição
e o reconhecimento do instituto
são determinantes.
“Quem conclui uma escola
dessa tem emprego garantido”,
diz, enfatizando, ainda, as chances
de estágios oferecidas por
multinacionais antes mesmo de
o aluno terminar o curso. “Eles
vão para França ou Alemanha.
Terminam o curso quando retornam”,
afirma, ressaltando que o
mercado financeiro “fica de
olho neles, pois possuem raciocínio
lógico muito apurado”.
O fato é que os atrativos das
escolas militares fazem muitos
jovens passar o dia no colégio.
Num turno, eles assistem às aulas;
no outro, estudam com os
colegas. “A gente se ajuda ou
recorre aos professores”, diz Renan
Pablo Rodrigues, do 7 de
Setembro. Rotina pesada enfrenta
também João Vitor Sousa,
do Ari de Sá. “Fico no Ari até
as 21 horas”, confessa. A meta
dos dois: ingressar no ITA.
Os alunos desses cursinhos
passam a maior parte do tempo
na escola, onde dispõem de biblioteca
específica para eles, laboratórios
de redação e salas de
estudo. Além do suporte oferecido
pelos professores, participam
dos vestibulares simulados,
acrescenta o professor Jorge
Cruz, do Farias Brito.
Diário de Nordeste - 06/09/2010
Cidade - Suporte
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Meio ambiente
Ana Clara Lopes - Aluna do 8º Ano do Ensino Fundamental
Tempos atrás as soluções que nós tínhamos para preservar o meio ambiente eram bem mais simples do que as que nos restam hoje.
As pessoas não se conscientizam de que o meio ambiente está numa situação de emergência, muita gente ainda pensa que é questão de querer ou não ajudar, mas não é bem assim, é questão de necessidade. A natureza para nós não é como um objeto qualquer, que se faz o que bem quiser dele, mas sim algo que nós necessitamos para quase todos os nossos usos no dia a dia.
Muitas crianças na escola jogam borrachas, lápis, papéis que mal foram usados no lixo. Os pais deveriam orientar seus filhos, pois no futuro eles vão precisar. O meio ambiente sempre serviu de quase tudo para nós, e agora que ele pede um pouco da nossa ajuda, da nossa colaboração, nós não queremos ajudar.
O Povo, 04/09/2010
Jornal do Leitor
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Luz sobre o mar
Levi Castelo Branco - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Acima do morro, estava subindo uma luz forte, bonita, clareando tudo que havia pela frente, e me trazia paz, sossego, paciência em tudo que eu queria e tinha que fazer naquele dia tão lindo, foi ai que começou um canto lindo, eram os pássaros da praia, indo e voltando de seus ninhos para acordar o pessoal que mora lá, e alimentar seus filhotes.
A luz, ficando mais forte, batia nas árvores do lado, dando um lindo tom dourado, claro, bonito. Nelas acordando os pequenos e lindos animais que viviam no buraco das árvores. As luzes que batiam na areia, me faziam sentir forte, libertado e ficavam parecendo uma moita toda de ouro, as areias molhadas pelo mar pareciam estrelas com céu marron, a parte do mar refletindo, ficavam cristalino, tão bonito quanto o amor de Deus.
A luz subiu esquentando a minha alma e clareou ainda mais a terra. A vida tem suas partes bonitas e uma delas é o nascer do sol, e eu tive o prazer de ver, mas para mim não representa só o nascer do sol, mas também o nascer do dia.
O Povo, 04/09/2010
Jornal do Leitor
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O brilho do Ari
PRATICAR ESPORTE: uma excelente ferramenta para ensinar,
respeito, limites e companheirismo. A equipe de voleibol
categoria 12 a 14 anos do Colégio Ari de Sá - sede Washington
Soares, sagrou-se vice-campeã nas Olimpíadas Escolares do
Ceará. Parabéns, às alunas e ao técnico Marcelo Viana. Hoje
na coluna são vistos: (em pé) Marcelo, Amanda, Ana Cecília,
Fernanda, Brena, Carolina, Vitória. Agachadas: Ana Clara, Natascha,
Milena e Vitória Maria.
Diário de Nordeste - 02/09/2010
Sílvio Carlos
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Uma viagem à Lua
Rebeca Montenegro - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Um belo dia, um homem estranho bateu na porta de minha casa e me ofereceu uma viagem à Lua. Ele disse que nós (eu e minha família) éramos ganhadores de um sorteio da loja Marisa. Meu pai não gostou muito da ideia, mas acabou aceitando o convite desse prêmio. Então minha mãe arrumou nossas malas e partimos no foguete.
Chegando lá ficamos muito surpresos de como a Lua era bonita, mas o que me deixou mais perplexa foi quando olhei para baixo e vi a Terra e os astros em sua volta. Ela era muito bonita. Com a maior parte coberta por água (70%), e lindos montinhos amarelinhos (30%) que no caso é a terra em que nós pisamos. E tudo isso sem falar das lindas e fofas nuvens que mais pareciam com algodão. Sem contar os outros planetas como Marte e Saturno. Naquele momento me senti muito feliz de estar vendo tudo aquilo.
Mas minha felicidade acabou quando tive que ir embora, não fiquei triste, pois sabia que podia visitar aquele lugar através dos meus sonhos e da minha mente.
O Povo, 28/08/2010
Jornal do Leitor
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A cura para a violência
Felipe Arruda - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Era uma vez, na floresta Amazônica, a Branca de Neve e os seus sete anões querendo descobrir a cura para a violência.
A Branca de Neve perguntou ao pássaro que passava por ali como fazer isso, e ele respondeu:
— Há um mágico em uma caverna, talvez ele ajude.
Chegando na caverna, o mágico disse para pegar um pelo da onça mais feroz e uma folha mágica no topo da árvore mais alta para fazer um feitiço.
A Branca de Neve e os sete anões tiveram de subir a árvore mais alta, que era muito escorregadia e os seus galhos pareciam que iam cair. Quase no topo, os sete anões tiveram de segurar a Branca de Neve para ela finalmente pegar a folha mágica.
A folha mágica indicou o caminho para que a Branca de Neve achasse a onça, ela estava dormindo, o que facilitou muito. A Branca de Neve finalmente pegou o pelo, e, com a folha e o pelo, voltaram para o mágico para ele fazer o feitiço. Depois que ele fez o feitiço, todas as pessoas viveram felizes para sempre.
O Povo, 28/08/2010
Jornal do Leitor
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Direitos Humanos
Grazihellen de França - Aluna da 3ª Série do Ensino Médio
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, como o próprio nome diz, é um documento no qual constam os direitos do ser humano, tais como moradia, alimentação, saúde, educação, entre outros. No entanto, o que pode ser visto é uma realidade bem diferente.
Segundo a Declaração, o homem possui capacidade de desfrutar dos direitos e liberdades estabelecidos porém, na prática, isso é bem diferente. Essa contradição se dá pelo fato de haver tanta desigualdade social, preconceito de todos os tipos, entre outros fatores.
Se a Declaração Universal dos Direitos Humanos realmente atuasse de forma efetiva, não existiriam tantas pessoas que desconhecem a existência desse documento. Logo, falta informação para que as pessoas possam ter consciência de seus direitos.
Outro grave problema é que o homem se acomoda de uma forma que não busca defender seus interesses, pois, se há um documento estabelecendo seus direitos, tal documento deve ser cumprido. Se as pessoas não tomarem iniciativa, essa situação de intensas desigualdades continuará.
O Povo, 28/08/2010
Jornal do Leitor
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Um amigo menino
Amanda Camelo - Aluna do 5º Ano do Ensino Fundamental
Estou procurando
Um amigo diferente,
Que esteja disposto a brincar
Com todos igualmente.
Será que encontrarei
Uma criança assim:
Que não seja egoísta,
Mas diferente de mim?
Chega de só meninas!
Já cansei de indiferença
Grupinhos, nunca mais!
Todos juntos, é minha sentença!
Será que esse menino
Será amigo de casa, da escola ou meu primo?
Só sei que quero
Um grande amigo menino!
O Povo, 28/08/2010
Jornal do Leitor
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Entre a ética e o lucro
Ana Beatriz Arruda - Aluna da 3ª Série do Ensino Médio
A empresa norte-americana Google está instalada na China desde 2006, quando se subordinou à política de censura do governo chinês para conseguir ter acesso a um mercado consumidor de mais de 360 milhões de usuários.
A companhia discursa a favor dos direitos humanos, mas coniviu com a ditadura chinesa ao aceitar as imposições dela, uma atitude contraditória, porém financeiramente explicável. A defesa da liberdade foi esquecida face aos lucros que seriam obtidos com o maior mercado consumidor mundial.
Recentemente, a Google ameaçou se insubordinar ao sistema de repressão chinês e se retirar do país, caso os envolvidos nos ataques aos seus servidores não fossem punidos. Entretanto, desde a sua instalação na China, a companhia estava ciente das rígidas condições nas quais poderia atuar devido à política de censura dos meios de comunicação e das represálias que poderia sofrer.
O fechamento da filial chinesa da Google poderá causar um prejuízo superior a 600 milhões de dólares, mas a política conservadora do Estado chinês contribuiu para que a sua concorrente local, a corporação Baidu, conquistasse a preferência de 70% do mercado no setor. Como as chances de eliminação da censura são remotas, a companhia ianque deve buscar um acordo com a China para a diminuição das retaliações, prejudiciais aos seus negócios, ou deixar o país.
Assim, a política interna chinesa ameaça a liberdade de acesso aos meios de informação. O desafio da Google e da comunidade internacional está em pressionar a China para que ela alie uma gradual abertura política à sua reestruturação econômica.
O Povo, 21/08/2010
Jornal do Leitor
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Autobiografia de Peter Pan
Léa Biach - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Meu nome é Peter Pan, tenho 11 anos de idade e moro na Terra do Nunca. Eu nunca cresço e gosto disso, pois sempre quero ser criança. Vivo com os meninos perdidos, que são aquelas crianças que caem do carrinho quando a babá não está olhando. Além deles, moro com Wendy e seus dois irmãos, João e Miguel.
Na Terra do Nunca, também me divirto muito, pois vivo brincando com os meninos perdidos e sempre nos aventuramos pela floresta. Algumas vezes, eu toco minha flauta de pan para Wendy quando ela está dormindo. Adoro prestar atenção nas suas histórias. Quando ela começa a contar, eu fico embaixo de sua janela. Não gosto, entretanto, quando os meninos perdidos falam de suas mães. Por isso, existe uma regra de não poder se falar sobre as mães quando eu estiver próximo.
Um dia, levei Wendy para a Lagoa das Sereias e ela ficou encantada pela beleza do lugar. Porém, as sereias não gostaram muito de Wendy, nem dos meninos; elas só gostam de conversar comigo.
Na Terra do Nunca, não vivo só de alegrias, tenho um perigoso inimigo cujo nome é Capitão Gancho, que vive querendo me pegar. Ele tem este nome porque um crocodilo comeu a sua mão quando ele tentava me pegar, por isso ele usa o gancho no lugar da sua mão. Sempre que ele aparece, eu acabo vivendo uma nova aventura, pois ele tenta me pegar e não consegue, utiliza várias armadilhas, mas nenhuma consegue me apanhar.
Na última vez, ele capturou os meninos perdidos, Wendy, João e Miguel, para me atrair e tentar me capturar. No entanto, de novo, consegui escapar.
O dia mais triste da minha vida foi quando Wendy teve que ir embora. Fiquei chateado, mas não tinha jeito, um dia iria acontecer. Não fiquei com eles porque eu não quero crescer. Continuo, então, com as minhas aventuras e sempre que puder eu vou voar para não esquecer de como é bom ser criança.
O Povo, 21/08/2010
Jornal do Leitor
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Amizade
Joana Rodrigues - Aluna do 5º Ano do Ensino Fundamental
Eu tenho vários amigos
Alguns são bastante legais
E também existem outros
Que são chatos até demais.
Amizade é para a vida inteira
Ninguém vai poder separar
Juntos vamos à escola
E lá vamos todos estudar.
Amizade é nas horas mais difíceis
E nos momentos de solidão.
Só é amigo de verdade
Aquele que tem bom coração.
O Povo, 21/08/2010
Jornal do Leitor
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Infância divertida
Isabelle Maria Santos - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Brinquei de pique-esconde
Conquistei amizades
Tive amiga canadense
Fui ao cinema entediada.
Nunca peguei catapora
Mas consegui comer amora
Por isso agora deixo sair
Das tentações do mundo afora.
Sou sorridente
E contente
Que quebrei meu primeiro dente
Correndo atrás de um presente.
Sempre extrapolei nas brincadeiras
De corda e pião
Acordei de manhã cedo para
Brincar de avião
Na minha rua, há poucas crianças
Mas não fico parada não
Sempre arranjo o que fazer
No meu casarão.
O Povo, 14/08/2010
Jornal do Leitor
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A felicidade
Sabryna Maria Oliveira - Aluna do 3º Ano do Ensino Fundamental
A felicidade é muito boa. Felicidade é ver o pôr do sol, é brincar com seus amigos, ganhar presentes, dar presentes, comer alguma coisa que você gosta.
A felicidade é também gostar de alguém, abraçar alguém, beijar alguém, dormir com sua mãe e seu pai.
Ela é também respeitar as pessoas, não jogar lixo no chão e preservar a natureza. Gostar de você mesma, gostar e respeitar o próximo e também, o principal, amar a natureza sempre e os pais.
Por isso sou feliz!
O Povo, 14/08/2010
Jornal do Leitor
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A estrada da noite
Nicole Ponte Nasser - Aluna do 3º Ano do Ensino Fundamental
Numa noite, nove amigas iam para um castelo muito distante, no meio da floresta que ficava numa estrada assombrada.
Quando as garotas começaram a andar pela estrada assombrada, a primeira coisa que elas viram foi uma bruxa com um caldeirão e uma placa dizendo: “Quem chegar mais perto de mim vai se arrepender”. As garotas já estavam apavoradas quando uma disse que ia passar por aquela estrada sem medo. As outras foram juntas e passaram da bruxa. Quem se arrependeu foi a bruxa.
Depois de algum tempo elas chegaram ao castelo sem nada quebrado pela bruxa e nenhum arranhão. Quando as garotas chegaram ao castelo elas foram dormir e a bruxa só pensava em novos planos.
O Povo, 14/08/2010
Jornal do Leitor
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A cabra e o asno
Larissa Bezerra Santiago - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Uma cabra e um asno comiam ao mesmo tempo no estábulo. A cabra começou a invejar o asno, porque acreditava que ele estava melhor alimentado, e lhe disse:
— Isso não é justo! Eu, uma cabra linda, comendo pior que um asno. Onde esse mundo vai parar?
O asno continuava comendo, calado, sem dar atenção ao que a cabra falava. Mas a cabra, ainda inconformada, continuava se queixando:
— Olhe para mim, uma cabra com o pelo mais macio e bonito de toda a fazenda sendo comparada a um asno podre, feio e fedorento. Meu Deus, o que está acontecendo comigo?
O asno já parecia um pouco irritado, mas mesmo assim continuava sem dizer nada. A cabra continuava:
— Eu não estou acreditando nisso! Está me dando até vontade de chorar. Esse asno horrendo querendo ser melhor que eu! É a maior decepção de toda minha vida.
O asno já se mostrava extremamente irritado, havia até parado de comer. Então o asno começou a dizer:
— Olhe, Dona cabra, ninguém é melhor que ninguém, apenas somos todos diferentes! Cada um recebe o que merece em troca do seu trabalho. Você só quer ser a melhor. Hoje pela manhã, o seu José estava precisando de você e onde você estava? Ninguém sabe. Olhe, o seu José está passando por dificuldades financeiras. Essa comida foi a melhor que ele pôde comprar. Eu estou comendo os restos de comida dos outros animais, já você, está comendo feno. Pare de reclamar!
A cabra, envergonhada, foi embora deixando o asno.
MORAL DA HISTÓRIA: Antes de reclamar da situação, veja o que está acontecendo naquele momento.
O Povo, 14/08/2010
Jornal do Leitor
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Guerra de Cidades
Thiago Praça Brasil - Aluno do 4º Ano do Ensino Fundamental
Um certo dia um rei chamado Xalinx e uma rainha chamada Guitz estavam escolhendo soldados para uma guerra que ia acontecer dali a três dias. Lá havia muitos soldados para escolher e tinham bispos, dragões, catapultas de fogo, esqueletos e guerreiros.
Esses dias passaram muito rápido, faltava apenas um dia, o rei teve uma idéia e disse à rainha:
– Por que não acrescentamos arqueiros e magos?
– Sim, é claro! – respondeu a rainha.
Eles foram cada vez mais treinados.
A guerra começou e todos estavam prontos só que o outro castelo tinha muitos soldados, o exército era enorme! mas o rei Xalinx e a rainha Guitz tinham arqueiros muito fortes.
Primeiro foi o mago contra um cavaleiro. O mago lançou uma bola de fogo, o outro deu uma espadada, mas o mago deu o “attak refletir”, o outro morreu.
O rei Xalinx desafiou o outro rei a uma batalha pela taça de ouro. O rei Xalinx jogou sua espada e acertou, ganhou a sua taça e todo o reino ficou em paz com todos.
O Povo, 14/08/2010
Jornal do Leitor
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Futsal do Ari
A EQUIPE de futsal feminino mirim do Colégio Ari de Sá sagrou-
se campeã do 1º turno do campeonato promovido pela
Federação Cearense de Esportes Colegiais (Fececo).O
grupo vencedor (em primeiro0 plano) é formado por Luiza,
Vitória, Tainá, Juliana, Roberta e Ingrid. Embaixo: Cecília,
consuelo, Nathália, Alana, Giovana e Fernanda. Parabéns
às alunas e ao técnico campeão João Henderson.
Diário de Nordeste - 09/08/2010
Sílvio Carlos
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A criança que queria ser adulta
Beatriz Chaves - Aluna do 5º Ano do Ensino Fundamental
Um dia, uma menina que se chamava Carolina, foi até o espelho. Carolina se olhou e disse que queria ser uma adulta. Ela queria ser adulta porque achava que não iria mais enfrentar a escola.
Carolina foi à escola e viu todas as crianças brincando e rindo, mas ela não participou, se achava uma adolescente. Carolina ficou sentada em um banquinho, triste e sozinha. Então os dias foram passando, e ela mais sozinha.
Carolina foi se olhar no espelho outra vez, e viu que já era uma adulta. Carolina foi até a rua, e viu várias pessoas apressadas para ir ao trabalho. Olhou para o outro lado e viu várias crianças brincando felizes. Carolina se lembrou da sua infância, mas aprendeu que é bem melhor ser uma criança alegre, do que ser uma criança triste e sozinha.
O Povo, 07/08/2010
Jornal do Leitor
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Vôlei – Ari campeão
A EQUIPE de vôlei masculino - categoria 15 a 17 anos do
Colégio Ari de Sá (sede Washington Soares) foi a vice-campeã
das Olimpíadas Escolares do Ceará 2010. Parabéns ao
técnico Orleans Júnior e aos alunos (de pé): Júlio, Nicolas,
Edgar, Matheus, Igor, Rodrigo e Ítalo e (agachados): Wallace,
Arthur, Gustavo, Thiago, Luiz Carlos e Guilherme.
Diário de Nordeste - 07/08/2010
Sílvio Carlos
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O mito do "Herói"
Rodrigo Rebouças - Aluno do Extensivo MeD
Todos os países do mundo possuem seu próprio herói nacional. Essa figura é de grande importância, visto que constrói uma identidade nacional e fortifica o amor da população à nação. Infelizmente, alguns heróis foram forjados por uma elite para doutrinar as massas.
A existência de um mártir é fundamental para alimentar o orgulho de um povo por seu país; ensinando-o, assim, a valorizá-lo e a preservá-lo da ganância interna e estrangeira. Deve-se lembrar de grandes revolucionários, como Ernesto Guevara e Nelson Mandela, que inspiraram e inflamaram milhares de pessoas a lutarem por seus direitos.
No Brasil, houve um imenso descrédito a revoltas lideradas pelas camadas populares, como a cabanagem, visto que poderia fazer com que as grandes massas conscientizassem-se de sua força. As elites adotaram, portanto, os inconfidentes, cujos lideres eram homens ricos, como heróis nacionais, principalmente Tiradentes.
Nas escolas, professores devem apresentar, com imparcialidade, a vida, as pretensões e os caminhos escolhidos por esses heróis. É necessária a realização de debates entre alunos e mestres sobre todo o contexto e os aspectos ligados à época em que viveram os mártires nacionais, já que diferentes percepções podem gerar uma visão mais holística sobre os fatos.
O Povo, 31/07/2010
Jornal do Leitor
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Estudantes leem, mas não entendem
Marllon Luiz - Aluno do Extensivo MeD
O nível de leitura dos estudantes brasileiros só demonstra o quão atrasada está nossa educação. Isso mostra que existem deficiências que vão se acumulando desde a base, ou seja, logo a partir da Educação Infantil. É preciso o entendimento de que a leitura vai muito além da decodificação de sinais gráficos.
A pré-escola e as creches são, reconhecidamente, objetos de pouco interesse das políticas de educação pública. Os governos, historicamente, pouco investem na adequada alfabetização dos brasileiros, por isso nossos alunos chegam ao ensino médio sem compreender aquilo que leem.
Essa situação, infelizmente, ocorre tanto na escola pública como na particular e pode ser apontada como uma das causas de reprovação de estudantes tanto em avaliações internacionais como em vestibulares.
A administração pública e a iniciativa privada devem se unir para melhorar o ensino nas escolas, investindo mais recursos e aprimorando a sua gestão, para que a população leia e escreva mais, pois sem isso não é possível termos cidadania e desenvolvimento.
O Povo, 31/07/2010
Jornal do Leitor
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Ler para ir mais longe
Lívia Holanda - Aluna do 3º Ano do Ensino Fundamental
Era uma vez uma garota chamada Isadora. Isadora era bela e delicada como a Cinderela, tinha um espelho como o da bruxa da Branca de Neve, tinha um capuz roxo parecido com o da Chapeuzinho Vermelho e tinha mais três irmãos, como os Três Porquinhos.
Isadora decidiu fazer um livro de conto de fadas contando a sua vida, o livro ia se chamar “Ser ou não ser conto de fadas”. Ao escrever o livro, Isadora ficou muito cansada e foi dormir. Ao dormir Isadora sonhou que entrou em um livro chamado “Tudo junto”.
Tudo junto em um livro com contos de fadas misturados.
No dia seguinte Isadora quis escrever o que sonhou.
Depois de escrever muitos e muitos livros, isso por gostar de ler, ficou muito famosa.
O Povo, 31/07/2010
Jornal do Leitor
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Shangri-lá
Nathan Mastrange - Aluna do 4º Ano do Ensino Fundamental
Nas proximidades do Himalaia havia um bosque em que a beleza era tão grande que as pessoas fariam qualquer coisa para morar lá, esse bosque se chamava Shangri-lá.
No coração do bosque havia uma árvore tão linda que, quando provávamos do fruto, saía uma música tocada aos anjos.
Suas folhas eram douradas como o Sol à tarde, o tronco era como o céu à noite, as raízes absorviam o mais fino perfume.
Dizem que quem comer dos tão belos frutos se tornará incrivelmente belo internamente e externamente.
Mas só as pessoas com o coração livre de maldades poderiam entrar no bosque e provar dos frutos, e é por isso que poucas pessoas entraram em Shangri-lá.
O Povo, 31/07/2010
Jornal do Leitor
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Amar para ir mais longe!
Manoella Castellar - Aluna do 4º Ano do Ensino Fundamental
Amar faz uma pessoa feliz. Se todas as pessoas amassem o mundo não haveria poluição. Se você não sabe o que é amor, vou contar uma história sobre minha peixinha e seus filhotes.
Eu tinha uma peixinha amarela e minha irmã tinha um peixinho laranja, nós amávamos eles e sempre dávamos comida e amor! Um dia acordei e fui ver os peixes, fiquei feliz em ver uma coisa nova no aquário: tinha dois peixinhos filhotes no aquário. Não era à toa, porque eu estava achando minha peixinha muita gorda.
Depois os filhotes morreram e eu fiquei triste. Alguns dias depois os pais morreram, o peixe da minha irmã e a minha peixinha. Eu chorei muito, com muita saudade, e prometi continuar amando ela. E assim consegui outro peixe, mas ele sumiu. Não faz mal, sei que eles estão em um lugar melhor. Isso é amor! Um sentimento muito bom que melhora tudo.
O Povo, 31/07/2010
Jornal do Leitor
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Sonho de criança
Lucas Sousa - Aluna da 1ª Série do Ensino Médio
Eu sempre tive o sonho de ser jogador de futebol. Quando criança, passava o dia todo em casa chutando uma bola contra a parede; ao chegar no colégio, ia diretamente jogar, e toda aula era, para mim, uma prova de resistência, pois ficava na ânsia de ir jogar.
Eu, dentre os garotos da minha idade, era o melhor jogador do colégio, fiz o teste e passei para a seleção da escola. Tinha mais ou menos quinze anos nessa época, íamos participar de um campeonato muito importante, pois nele havia muitos olheiros, pessoas que avaliam o potencial de novos jogadores e conseguem, para esses, vagas em times de maior expressão.
Nascido em um lar muito religioso, minha mãe sempre teve o sonho que um dia eu me tornasse padre, embora nunca tocara no assunto. Até que um dia, sem nem mesmo antes ter pedido minha opinião, avisa-me que eu iria no dia seguinte para o seminário.
Pensei logo em fugir, mas ela saberia que tinha sido por conta do campeonato e, no primeiro jogo, iria até lá e me traria de volta. Implorei para que ela reconsiderasse, mas de nada adiantou. Então tive que me mudar.
Anos se passaram, o sonho de minha mãe se realizou, mas o meu continuava preso em mim, e provavelmente ficaria assim por toda a minha vida pois, além de ser padre, estava muito velho o que prejudicava o meu preparo físico.
Minha esperança de ser jogador de futebol já tinha quase acabado, até que um dia eu e alguns amigos, também padres, tivemos a ideia de formar nosso time de futebol. Nós formamos o time e enfrentamos outros, também compostos por padres. Não posso dizer que sou um jogador de futebol, embora jogue toda a semana, mas sou um homem realizado que, mesmo em meio a tantas dificuldades, consegui, de certa forma, realizar meu sonho.
O Povo, 24/07/2010
Jornal do Leitor
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A exploração do trabalho infantil
Érica Galeno - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Não é de hoje que o trabalho infantil existe e está presente ao nosso redor, este problema vem desde a época dos escravos, em que as crianças eram obrigadas a trabalhar, e assim continua até os dias de hoje. Infelizmente não é um caso tão fácil de resolver e pode piorar a cada dia.
Grande causa disso é a necessidade, a fome e principalmente a pobreza que essas crianças sofrem a cada dia que se passa, e também pela educação que seus pais não podem oferecer. É uma pena que esse problema não seja apenas dos pais, mas sim um enorme problema da sociedade em que vivemos, pois serão essas crianças que irão fazer o mundo em que viveremos no futuro.
Se ficarmos parados, nunca iremos conseguir solucionar essas injustiças. Crianças têm que brincar, estudar e também viver seu tempo para se tornarem pessoas, verdadeiramente, humanas.
O Povo, 24/07/2010
Jornal do Leitor
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O meu vizinho Raul
Arnaldo Aguiar - Aluno do 6º Ano do Ensino Fundamental
Tenho um vizinho chamado Raul, ele tem 10 anos, sua vida está muito difícil, pois seu pai foi embora, sua mãe está desempregada e resta pouca comida na despensa, ele está pensando em ajudar sua mãe.
Ele quer trabalhar recolhendo latinhas na rua, e desistir de ir para a escola, pois, segundo ele, a barriga não pode esperar. Ele acha que venderá muitas latinhas e poderá ajudar em casa comprando alimento.
Falei para ele que, continuando seus estudos, ele poderá dar uma vida confortável para sua mãe, pois para quem não vem de família, só há uma saída para viver bem, estudar muito. Pois, assim, pode-se ter um bom emprego. Ele finalmente mudou sua opinião e continua estudando.
O Povo, 24/07/2010
Jornal do Leitor
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O mar
João Victor - Aluno do 3º Ano do Ensino Fundamental
O mar é muito legal
Tem onda vai e vem,
Conchas, búzios e peixinhos.
O mar é feito para brincar
Fazer castelinhos, surfar, nadar
Mergulhar e mais um monte de coisas
Que tem no mar.
O Povo, 24/07/2010
Jornal do Leitor
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Enxergar a realidade
Victor Batista - Aluno do Extensivo MeD
Palco dos conflitos cotidianos, com cujas causas muitos antipatizam, o atual cenário mundial, herança das violentas e recentes guerras, as quais se originaram do extremo egoísmo humano, não nos expressa um espetáculo agradável. Vemos que muitos, em vez de tentarem consertar o grande estrago herdado, preferem somá-lo e, consequentemente, promovê-lo.
Sabemos que o crescimento acelerado do mundo carrega consigo a concorrência entre as nações. Há quem diga, portanto, que essa disputa é a principal causa das desavenças hoje presenciadas.
Países se desligam da democracia e abraçam o autoritarismo, de modo que, por não conseguirem acompanhar o desenvolvimento global, aderem a técnicas de manipulação para manter a população a seu favor, o que podemos classificar como uma tentativa de sobrevivência, pois o povo é, sem dúvidas, a força suprema de um estado.
Ao estudarmos os fatos mais importantes que se sucederam no último meio milênio, percebemos que o ser humano, embora, muitas vezes, mantido em condições adversas, foi capaz de superar as dificuldades e, de maneira surpreendente, reivindicar seus direitos. Vemos, por fim, que, para os países despotistas, a melhor forma de entoar seus interesses é privar a população das influências exteriores, cegando-a ideologicamente.
Desse modo, tentar penetrar nesses regimes fechados, informando as pessoas quanto à sua real condição, é uma forma de provar a existência da vulnerabilidade autoritária e de alcançar uma sensata solução.
O Povo, 17/07/2010
Jornal do Leitor
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Mãe, tenho que te contar
Lara Teixeira - Aluna do 7º Ano do Ensino Fundamental
Mãe, tenho que te contar,
É a tua paz que me acalma,
É o teu amor que há de me encantar,
É o teu carinho que me aquece a alma!
Mãe, é teu sorriso que me promove felicidade,
Mãe, minha amiga verdadeira,
Mãe, aquela com um coração tão grande,
Mãe é a melhor companheira!
Ela é um tesouro precioso,
Está contigo em todos os momentos,
Ela é quem tem um coração valioso,
Ela não sai de meus pensamentos!
Mãe quer sempre o seu bem,
Quer sempre lhe proteger,
Então, mãezinha, saiba que te amo
E ao seu lado, para sempre, quero viver!
O Povo, 17/07/2010
Jornal do Leitor
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Felicidade
Mayara Natércia - Aluna do Extensivo Olímpico
Na manhã de domingo, quando o cachorro e o gato acordaram, a casa estava vazia, pois seus donos partiram para um lugar bem distante, a fim de se protegerem de uma onda gigantesca, a qual invadiria, até o final da semana, o litoral da cidade.
Os dois, com muito medo, esqueceram a inimizade. Realizaram, então, uma reunião na varanda da casa e, ao concluírem que lhes restavam, no máximo, uma semana de vida, fizeram um acordo de juntos viverem, intensamente, os últimos dias.
O gato convidou o cachorro para ser felino por um dia. Inicialmente, foram caçar a própria comida. Depois da refeição, mostrou ao cachorro uma maneira de higienizar-se apenas com a língua. Subiram no telhado da casa e nas árvores do jardim. Passearam pelos quintais dos vizinhos.
À noite, observando o cachorro bastante feliz, mexendo o rabinho, o gato percebeu que existia muitos motivos para ser feliz apenas realizando as atividades do cotidiano. Ele, portanto, pediu ao amigo um dia de cachorro, porque pretendia fornecer ao cão aquele grande ensinamento obtido. Durante toda a semana, analisaram a vida do outro e apontaram diversos aspectos que poderiam lhes dar felicidade.
Os dois animais concluíram que não é difícil conquistar esse sentimento, basta analisar a vida sob outro ponto de vista, pois, às vezes, acreditamos que ele se encontra nos grandes sonhos ainda não alcançados, porém, na verdade, ele poderá ser obtido nas coisas mais simples da vida.
O Povo, 17/07/2010
Jornal do Leitor
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Consciência política
Francisco Fleury - Aluno da 1ª Série do Ensino Médio
O regime democrático permite a liberdade de expressão econômica e, principalmente, política, podendo, de alguma forma, colocar no poder pessoas não capacitadas para ocupar cargos importantes, isso acontece em grande quantidade nas funções do legislativo.
A população, principalmente a carente, não possui análise crítica quanto aos candidatos, deixam ludibriar-se por projetos poucos eficazes e falsas promessas. O voto, para os mais humildes, representa a esperança de uma melhoria de vida, mas se for dado sem o reconhecimento das propostas do futuro político, prejudicam toda a sociedade.
A incompetência de certos políticos é evidente, se fiscalizarmos o que eles realmente fazem, e esta se dá por meio da imprensa. Jornais trazem sempre os recentes escândalos e, programas como o “CQC” (Custe o que custar), deixam a população ciente de todas as más atitudes que o Brasil costumeiramente vê, como: caixa dois, mensalões e outros.
Uma das maiores vergonhas no nosso poder legislativo é a criação de projetos de lei sem utilidade pública nenhuma, favorecendo apenas os interesses de quem os fez.
É de extrema importância o fato de sabermos em quem votar e, em seguida, fiscalizarmos e nos atualizarmos sobre as consequências que o nosso voto gerou.
Uma boa política começa com eleitores conscientes.
O Povo, 03/07/2010
Jornal do Leitor
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Pense bem!
Alana Diógenes - Aluna da 1ª Série do Ensino Médio
O Brasil é um país repleto de problemas. A tarefa dos políticos é propor ideias eficazes e colocá-las em prática para que haja a solução das questões que prejudicam a sociedade. Porém, muitas vezes, os nossos representantes falham em cumprir seu papel: não tentando, ao menos, realizá-lo ou elaborando propostas inúteis.
Existem problemas gravíssimos em nosso país, como a fome, a pobreza, a educação de má qualidade, a falta de segurança e o péssimo funcionamento do sistema de saúde pública. Para que essas questões sejam resolvidas, é necessária a ação de um político eficiente e, consequentemente, é necessário pensar muito antes de escolher um candidato, já que este poderá ser capaz de mudar a realidade problemática de nossa sociedade.
Há políticos que propõem ideias absurdas que em nada ajudam a resolver os problemas presentes na situação atual do nosso país. Eles elaboram propostas que não atendem às necessidades da maioria da população.
Portanto, escolher bem os candidatos é garantir mudanças no presente e no futuro.
O Povo, 26/06/2010
Jornal do Leitor
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De bem com o mundo
Maira Maerschner - Aluna do 9º Ano do Ensino Fundamental
Há uns 6 meses atrás eu fiz essa viagem pelo litoral brasileiro, passei por diversas cidades, diversas praias. Incrível como muitas pessoas pensam que "praia é tudo igual" quando não é, cada uma tem seu estilo, seus pontos marcantes, cada uma tem seu mar, suas pessoas. A viagem toda durou uns cinco meses, e fiquei aproximadamente uma semana em cada cidade. Eu estava passando por alguns problemas pessoais, e me incentivaram a fazer essa viagem, e foi revigorante para mim. Não há maior prazer e satisfação do que saber apreciar os pequenos detalhes da vida, aprender que existem muitas coisas boas para as quais as pessoas não dão valor.
Lembro que passei por uma praia, não sei exatamente onde, mas foi pelo Ceará, que fiquei maravilhada, não só com a beleza estonteante da paisagem, mas também com as pessoas. Elas eram muito receptivas com os turistas que por ali passavam, faziam de tudo para que eles gostassem do lugar. Uma cena desse lugar ficou em minha memória, duas ou três crianças brincavam com a água do mar, e chegou um menininho negrinho, bem negrinho, pedindo para brincar também. Do jeito que a sociedade está hoje, pensei que ele não ia ser aceito pelas outras crianças, mas eu estava enganada, elas brincaram com ele. Acho que passei uma tarde inteira sentada, só vendo as crianças brincarem. Fiquei de bem com o mundo depois disso.
Cada pessoa deveria ter esse momento de paz, só para relaxar e aproveitar as coisas boas da vida, que são muitas, mas estão escondidas no meio de tanta coisa ruim.
O Povo, 26/06/2010
Jornal do Leitor
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A educação no Brasil
Tuyanne Alves - Aluna do Extensivo MeD
Uma recente avaliação, feita pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), revelou que os estudantes brasileiros não compreendem o que leem, levando o Brasil a ocupar o último lugar da lista dos trinta e dois países que participaram desse teste que mediu a capacidade de leitura dos alunos.
A educação no Brasil é uma questão que vem sendo cada vez mais discutida e tem se tornado um problema. As péssimas condições estruturais das escolas públicas, a baixa capacitação profissional dos professores, as pequenas verbas destinadas ao setor educacional e, muitas vezes, a falta de interesse por parte dos estudantes, aliada à falta de incentivo da própria família, têm ajudado bastante a aumentar os índices de pessoas com baixa escolaridade.
O governo deve analisar, cuidadosamente, essa questão educacional, incentivando, econômica e socialmente, o estudo em todas as classes sociais, disponibilizando oportunidades a todos, através da oferta de bons professores, bibliotecas públicas com livros mais atualizados e espaços educacionais mais bem estruturados.
Além disso, os estudantes devem procurar ampliar seus conhecimentos, através dos estudos, a fim de que concluam o ensino médio e ingressem na faculdade, e devem passar a ler cada vez mais frequentemente, através dos mais variados meios de informação. A família e a escola também necessitam ser parceiros e incentivadoras, contribuindo para que o estudante não desista dos seus estudos e possa concluí-los.
O Povo, 19/06/2010
Jornal do Leitor
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O mundo
Marcela Ribeiro - Aluno do 7º Ano do Ensino Fundamental
Chega de violência!
O mundo está acabando,
As casas estão desmoronando
O mundo pede socorro.
As pessoas pedem mais segurança
O mundo está se revoltando
E as enchentes estão começando
Quer ajudar?
É só colaborar
Não jogando lixo nas ruas,
Não poluindo os rios,
Não desmatando as árvores,
O mundo precisa da
nossa ajuda e
nós precisamos dele para
que possamos sobreviver.
O Povo, 19/06/2010
Jornal do Leitor
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Enxergar a realidade
Victor Batista - Aluno do Extensivo MeD
Palco dos conflitos cotidianos, com cujas causas muitos antipatizam, o atual cenário mundial, herança das violentas e recentes guerras, as quais se originaram do extremo egoísmo humano, não nos expressa um espetáculo agradável. Vemos que muitos, em vez de tentarem consertar o grande estrago herdado, preferem somá-lo e, consequentemente, promovê-lo.
Sabemos que o crescimento acelerado do mundo carrega consigo a concorrência entre as nações. Há quem diga, portanto, que essa disputa é a principal causa das desavenças hoje presenciadas.
Países se desligam da democracia e abraçam o autoritarismo, de modo que, por não conseguirem acompanhar o desenvolvimento global, aderem a técnicas de manipulação para manter a população a seu favor, o que podemos classificar como uma tentativa de sobrevivência, pois o povo é, sem dúvidas, a força suprema de um estado.
Ao estudarmos os fatos mais importantes que se sucederam no último meio milênio, percebemos que o ser humano, embora, muitas vezes, mantido em condições adversas, foi capaz de superar as dificuldades e, de maneira surpreendente, reivindicar seus direitos. Vemos, por fim, que, para os países despotistas, a melhor forma de entoar seus interesses é privar a população das influências exteriores, cegando-a ideologicamente.
Desse modo, tentar penetrar nesses regimes fechados, informando as pessoas quanto à sua real condição, é uma forma de provar a existência da vulnerabilidade autoritária e de alcançar uma sensata solução.
O Povo, 19/06/2010
Jornal do Leitor
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No Ari
Glamour, festa, fraternidade, talento e entusiasmo, tudo junto nos Internos do Colégio Ari de Sá, uma escola inserida no contexto do apoio ao esporte.
O Povo, 17/06/2010
Jornal do Leitor
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Os jogos do Ari
X JOGOS Ari de Sá e posse da Diretoria do Grêmio Estudantil. Colégio Ari de Sá deu início aos X Jogos Ari de Sá, tendocomo tema “Esporte, a gente começa na base”.Comesse evento, a Escola objetiva convocar alunos dos Ensinos Fundamental e Médio para o exercício da solidariedade, do respeito mútuo, da alegria e do companheirismo através dos esportes. Na oportunidade, foi realizada a posse da diretoria do Grêmio Estudantil da Escola.
O Povo, 10/06/2010
Jornal do Leitor
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No Ari de Sá
X JOGOS Ari de Sá e posse da Diretoria do Grêmio Estudantil. Colégio Ari de Sá deu início aos X Jogos Ari de Sá, tendocomo tema “Esporte, a gente começa na base”.Comesse evento, a Escola objetiva convocar alunos dos Ensinos Fundamental e Médio para o exercício da solidariedade, do respeito mútuo, da alegria e do companheirismo através dos esportes. Na oportunidade, foi realizada a posse da diretoria do Grêmio Estudantil da Escola.
O Povo, 08/06/2010
Jornal do Leitor
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O planeta Terra
Maria Clara Porto - Aluna do 7º ano do Ensino Fundamental
Há muito desperdício na Terra,
e muito egoísmo também,
mas se cada um fizer sua parte
a Terra vai mostrar de bom o que tem.
Precisamos economizar energia
e água principalmente,
economizando um pouquinho de tudo,
todo mundo sai contente.
Os elementos do planeta estão acabando,
e a Terra está se destruindo
precisamos combater isso,
antes que os outros continuem poluindo.
Não, não vamos poluir,
Sim, vamos presevar,
A Terra é nossa fonte de vida
e dela devemos cuidar.
Vamos criar uma nova Era,
todos unidos e colaborando
para salvar o Planeta Terra.
O Povo, 05/06/2010
Jornal do Leitor
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Educação e o Tripé Pai, Aluno e Professor
Igor Carlos - Aluna da 3ª Série do Ensino Médio
Antigamente, os pais comandavam a educação dos filhos e exerciam ao máximo sua autoridade. Hoje, os professores são os principais cobrados no desempenho de seus alunos. Exigir mais dos professores é exigir uma educação de melhor qualidade. Os professores mais bem qualificados ganham vagas nas melhores instituições de ensino. O professor deve estar atento a todo tipo de mudança em relação ao programa de ensino.
Porém, os pais não devem cobrar somente dos professores, pois o aprendizado depende, principalmente, da atenção e do interesse dos estudantes. Se os alunos apresentam problemas no colégio, em relação às notas, é deles que os pais devem exigir melhor desempenho, porque as pessoas que melhor indicam os alunos para o sucesso são seus pais.
Portanto, a educação é feita com a participação dos pais e professores. O aluno deve ser o principal interessado nesse processo cultural, para que consiga se tornar um cidadão com plenos conhecimentos da sociedade em que vivi.
O Povo, 29/05/2010
Jornal do Leitor
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A Menina da Janela
Larissa Bezerra - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Certo dia eu estava na janela do meu quarto quando percebi que uma família havia se mudado para a casa vizinha. A casa está abandonada há dez anos, mas mesmo assim, eles não a reformaram, tampouco religaram a luz. Eu só presenciava movimentos durante a noite, porém toda manhã, antes do sol nascer, eu via uma menina escondida atrás da cortina da janela.
Era uma menina de baixa estatura, magra, com pele clara e macia. Devia ter cerca de 10 anos. Seus cabelos eram pretos e lisos, também eram longos, chegando a bater na cintura. Tinha uma franja e seus cabelos pareciam estar sujos. Seus olhos arredondados e de cor verde transmitiam tristeza e medo. Seu nariz arrebitado e seus lábios grossos e vermelhos contrastavam com seu rosto oval. Sua voz era doce e fina. Vestia-se com roupas velhas, sujas e rasgadas. Eram roupas de mendigo.
Transmitia ser uma pessoa calma e sem grandes dotes para liderar um grupo. Seu grande sonho, sem dúvida, deveria ser mudar de vida e encontrar uma família. Parecia estar triste e seus olhos estavam cheios de lágrimas. Acho que ela gostava de ler, pois sempre estava segurando um livro nas mãos.
Verdadeiro exemplo de pessoa batalhadora, que apesar de todas as dificuldades não perde a esperança de que um dia vai crescer na vida e fazer história e de que vai ser reconhecida por algo que fez.
O Povo, 29/05/2010
Jornal do Leitor
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A Grande Estréia
Isadora Sobreira - Aluna do 6º Ano do Ensino Fundamental
Lá estava eu, vindo da escola, estava apreensiva por ter de entrar na minha rua porque morava lá agora família muito esquisita. Imagine que eles chegaram lá e nem sequer ligaram as luzes! Além disso, toda manhã, bem cedo, só havia uma única menina atrás das cortinas da janela, imóvel. Ela era muito esquisita, só usava roupas pretas e de vez em quando falava uma coisa pela janela, meio malucas, como: "Eu vou te pegar!"
Logo pensei que ela e sua família só poderiam ser vampiros. No outro dia, vi uma equipe de filmagem parada em frente a nossa rua. Aí eu me arrepiei. Será que eles teriam matado alguém e a TV foi fazer uma entrevista?
Estava cheia de dúvidas e já tinha perdido as esperanças quando uma moça veio em minha direção, e perguntei do que se tratava e ela disse que era por causa do filme que estavam fazendo sobre vampiros e minhas suspeitas se confirmaram que eram eles; quando eu perguntei o número da casa e ela disse o deles, agora tudo fazia sentido.
Corri para dar à menina e sua família os devidos parabéns, e no resto do mês me diverti muito com minha melhor amiga e aprendi a não julgar os outros pela aparência.
O Povo, 29/05/2010
Jornal do Leitor
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Como adquirir informações úteis
Camila Barros - Aluna da 1ª Série do Ensino Médio
Para se encher de informações úteis, é necessário ter atenção, ser paciente, conversar com as pessoas e ter o hábito de ler.
Utilize a atenção para observar criticamente acontecimentos cotidianos, analisando seus motivos e consequências. Seja paciente para buscar diversas fontes com informações diferentes, procure sempre pesquisar e saber mais, assim seu conhecimento será completo e vasto.
Converse com pessoas com diferentes opiniões e faça a sua, troque experiências e informações com alguém que entenda sobre o assunto abordado. Use o hábito de ler para obter um aprofundamento maior, uma tese melhor explicada e, até mesmo, curiosidades.
Esses passos proporcionarão fortes e boas ideias baseadas em ótimos argumentos, além de um poder de convencimento inacreditável e um profundo entendimento dos fatos cotidianos. Cuidado para não ser egoísta, procure sempre compartilhar o que aprendeu com todos ao seu redor.
O Povo, 22/05/2010
Jornal do Leitor
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Karatê no Ari
O COLÉGIO ARI de Sá Cavalcante acredita na importância do esporte na formação de valores. Como incentivo à prática esportiva, a Sede Washington Soares sediou a Copa Fortaleza de Karatê, evento em que na luta Shiai Kumitê (tira-fita) os alunos Yan Sabóia, Miguel Mendonça, Diego Martins e Luiz Miguel Cunha brilharam. Parabéns aos alunos e ao técnico Prof. Paulo Roberto.
O Povo, 20/05/2010
Jornal do Leitor
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Paulinas entrega prêmios
A entrega de prêmios da Paulinas aconteceu no dia 27 de abril,na sua sede, no Centro. A tia Eliane fez a abertura do evento, saudando os presentes. Maria Aparecida Oliveira Luz entregou as medalhas e os livros dos ganhadores, sob os aplausos do auditório composto de familiares e representantes de colégios.
Estiveram presentes
Rennê Barros, Tirza Santos Sousa, Natália Sá Macedo, Vitória Viana Siqueira, Sara Santos de Assis, Cibele Silva, Nicolas Aguiar, Luiza Caúla Bonfim, Beatriz Moreno, Ana Paula França, Iana Castelo Rodrigues, Marina Castelo Rodrigues, David Mendes Morais, Letícia Morais, Natália Matos Barbosa, Carla Bianca Oliveira.
Representes de colégios
O diretor do Colégio 7 de Setembro, Ednilo Soárez e a professora Adriana Sampaio; Isabel Lemos Cândido, do Colégio Dom Quintino; Roziane de Arruda Câmara, do Colégio Dom Felipe; Graça Leite, do Colégio Irmã Maria Montenegro; Antônia Cândida Nogueira, do Colégio Farias Brito; Tânia Maria Torres, do Colégio Antares; Gabriela Nunes Corrêa, do Colégio Ari de Sá.
Fabiana Guimarães Rocha apresentou o seu livro “O Senhor do Tempo”, da Paulinas Editora, recém-lançado na Bienal. Nicolas Martins foi sorteado e ganhou um exemplar da obra, autografada pela autora. Fabiana falou que desde os 14 anos ela sonhaemser escritora. Através da leitura de um livro de Clarice Lispector, ela descobriu o gosto pela leitura. Para os escritores mirins, a autora deixaumrecado: “Lutem e batalhem pelos seus sonhos. Nada é impossível. Leiam muito, escrevam muito e vocês poderão ter os seus sonhos realizados.”
Diário do Nordeste, 16/05/2010
Jogada
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Karatê no Ari de Sá

A ESCOLINHA DE karatê do Colégio Ari de Sá, Duque de Caxias,
está divulgando os seus trabalhos para os alunos com
apresentações de katás durante o intervalo. São vistos na coluna,
da esquerda para a direita, a aluna do 1º ano do Ensino Médio:
Letícia Silveira, juntamente com os convidados Raul Kevin
e Lorena Sales.
Diário do Nordeste, 30/04/2010
Jogada
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Feminino e Infantil

Educação começa na base. Acima estão as alunas do futsal
infantil da sede Aldeota. Vimos na foto, da esquerda para
direita: Daniela, Sarah, Beatriz, Clara, Gabriela, professor
Eduardo. Agachados: Aline, Mariane, Maira e Luana. São
alunas do Ari de Sá.
Diário do Nordeste, 27/04/2010
Jogada
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Paz
Gabriel Marinheiro - Aluno da 5ª Série do Ensino Fundamental
A paz é tudo
É o respeito,
É o amor,
É a solidariedade,
É a fraternidade,
É a humildade,
A paz é a convivência.
Se você pratica a paz, você é capaz!
Capaz de respeitar,
De amar,
De repartir,
De ser humilde,
De conviver com o outro.
É assim que você pratica a paz: sendo capaz!
O Povo, 24/04/2010
Jornal do Leitor
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Exploração infantil
Lorena Belchior - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
O Brasil, por ser um país em desenvolvimento, ainda apresenta altos níveis de pobreza, analfabetismo, desemprego e má qualidade no que diz respeito ao setor de saúde.
Por conta disso, muitas famílias obrigam seus filhos ainda crianças a trabalharem para ajudar nas despesas de casa, pois, na maioria das vezes, os pais não possuem uma boa educação, consequentemente não conseguiram um bom emprego e, dessa forma, a renda familiar não é suficiente para suprir todos os gastos.
Assim, muitas crianças acabam indo trabalhar nas ruas, em serviços humilhantes e pouco remunerados, tais como vender bombons e outros artigos no sinal, trabalhar como flanelinhas, lavar carros, catar papel e latinhas nas ruas, entre outros.
A questão é que esse problema está diretamente ligado a outros problemas. Por exemplo, se a criança vai trabalhar, ela não vai para a escola talvez por falta de tempo, desmotivação ou até mesmo cansaço. Dessa forma, quando crescem, não possuem uma boa formação educacional para ingressarem no mercado de trabalho e terminam por procurar outras formas de sobreviver que aumentam a marginalização nas cidades. Tal fato fecha o ciclo da atual situação de pobreza no Brasil que impede seu desenvolvimento, sendo a educação a solução básica para esse problema.
O Povo, 24/04/2010
Jornal do Leitor
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Mitos e lendas
Consuêlo Pompeu - Aluna da 7ª Série do Ensino Fundamental
Tirando férias em família, decidi visitar minha avó, em Sobral, no interior do Ceará. Minha avó ficou contente, porque havia muito tempo que não visitava a cidade, minhas tias...
Minha avó morava com meu avô numa fazenda, sendo que ele trabalhava fora, fazendo com que minha avó visitasse suas irmãs e sua mãe frequentemente.
Ela estava a minha espera em seu quarto, assistindo a TV. Passamos o dia juntas conversando e rindo...
Ao anoitecer, fui tomar banho para apreciar a paisagem que era belíssima. Era noite de Lua Cheia e as estrelas brilhavam forte no céu, fiquei um bom tempo ali, parada. Arrepiei-me toda quando avistei um bicho cabeludo, que corria de um lado para o outro, parecia um lobisomem. Minha avó veio me chamar e me contou toda a história avisando-me que iria enfrentá-lo.
De repente, apareceram vários caseiros, com objetos para acabar de uma vez por todas com o tal monstro, fiquei tensa e, quando o animal apareceu, acabaram de uma vez com o bicho.
O Povo, 24/04/2010
Jornal do Leitor
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Um valor para a vida
Anna Beatriz Perdigão - Aluna da 3ª Série do Ensino Médio
Após a revelação daquela triste notícia, os animais ficaram desesperados. Questionaram-se como era possível terem apenas mais uma semana de vida e, principalmente, o que fariam para aproveitar bem o tempo que ainda restava.
O galo decidiu que dormiria até tarde; o porco resolveu que comeria tanto quanto suportasse e depois rolaria na lama; o cavalo, por sua vez, disse que passaria o tempo inteiro correndo, distante de todos; as galinhas não colocariam mais ovos, pois concluíram que perderiam muito tempo ao chocá-los, e o cachorro ficou calado.
Ao final de seis dias, todos os bichos, já cansados de "aproveitar a vida", uniram-se ao cachorro, que passara todos os dias no local onde todos costumavam se reunir. Com a chegada dos amigos, o cãozinho ficou extremamente feliz e contagiou a todos. Durante a noite, entre risos e reflexões, perceberam que foram felizes juntos, ao longo de suas vidas, e que a companhia dos bons amigos era a própria felicidade.
No último dia, o galo acordou cedo novamente e viu como era lindo o amanhecer, então cantou feliz; o porco só comeu quando teve fome e, assim, se sentiu muito melhor; o cavalo já não se arrependia por não ter sido um grande corredor e, em vez de ir correr, ficou na companhia dos amigos; as galinhas passaram o dia conversando e chocando seus pequenos ovos no aconchego de seus ninhos e o cachorro, com seu rabo abanando, mal cabia em si de tanta felicidade por estarem todos reunidos.
O Povo, 24/04/2010
Jornal do Leitor
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Eu respeito as Florestas
Lara Thayse - Aluna da 7ª Série do Ensino Fundamental
Um dia, estava de férias acampando com a minha família em um lugar bem bonito, cheio de árvores e flores. O local também tinha várias trilhas, mas eu tinha um pouco de medo, sempre achei que poderia haver algum bicho selvagem.
Eu tinha medo, mas minha irmã não. Ela sempre subia em árvores e adorava colher flores, principalmente as que eram as mais bonitas que eu já havia visto! Mas um dia, ela me convenceu a entrar em uma das trilhas, lá só havia árvores e mais árvores e eu não via ninguém lá, fiquei com um pouco de medo. Minha irmã começou a tirar galhos de árvore para marcar o caminho e queria pegar todas as flores que via.
Ela começou a brincar de se esconder, e uma hora eu não a vi mais. Comecei a procurar e vi um menino com o cabelo vermelho e pés tortos, o nome dele era Curupira, ele me disse que sempre armava armadilha para os caçadores e não gostava que ficassem mexendo na sua floresta, encontramos minha irmã e, desse dia em diante, eu sempre respeitei a floresta!
O Povo, 24/04/2010
Jornal do Leitor
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No Ari de Sá
Como objetivo de aumentar a concentração, a disciplina e
proporcionar aos alunos atividades físicas para uma vida
saudável, o Colégio Ari de Sá oferece diversas escolinhas,
dentre elas o tae-kwon-do vem despertando nos alunos interesse
e entusiasmo. Na foto vemos o professor Joselino
Jr. numa demonstração durante o intervalo juntamente
com seus alunos Rodrigo Noll e Fabrício Ferreira.
Diário do Nordeste, 21/04/2010
Jogada
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No Ari de Sá

O futsal feminino ganha força no Colégio Ari de Sá, que já
montou uma equipe competitiva para as disputas de 2010.
Aqui as meninas do Ari são vistas com seu técnico.
Diário do Nordeste, 11/04/2010
Jogada
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Eduardo Magno Leão
ELE LECIONA no Ari de Sá e é um exemplo de superação e de
amor ao esporte. Participou de uma aula de tae-kwon-do, gostou
e este esporte passou a serumreferencial emsua vida. Ele
credita ao tae-kwon-do tudo debom que vem acontecendo.
Comas conquistas do campeonato Cearense e Brasileiro na
categoria Master/Sênior, representará o Brasil no IX Torneio
Pan-americano de Tae-kwon-do ITF, nos dias 19 a 21 de junho,
emLa Plata, Argentina. Sua expectativa é nada menos que ser
campeão e trazer mais uma medalha para nosso País. Seus treinamentos
são acompanhados pelo professor Joselino Júnior,
também professor do Ari de Sá,emsua parte física e forma, e
sua alimentação é orientada por uma nutricionista. Na foto
acima, vemos da esquerda para direita o professor das escolinhas
de Tae-kwon-do Joselino Júnior (técnico do professor
Eduardo Magno Leão), Marcelo Mota (coordenador de esportes
da sede Aldeota) e o professor Eduardo Magno Leão juntamente
com sua filha Maria Eduarda Leão, oito anos de idade,
também atleta da modalidade e aluna da mesma sede.
Diário do Nordeste, 27/03/2010
Jogada
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Futsal

A EQUIPE DE FUTSAL feminino do Colégio Ari de Sá, campeã
da Fececo/09, iniciou suas atividades com força total para a
temporada 2010.Ogrupo vencedor, que tem no comando o
técnico João Henderson, é composto por: Luíza, Vitória,
Tainá, Juliana, Roberta e Ingrid. Embaixo: Cecília, Consuelo,
Nathália, Alana, Giovana e Fernanda.
Diário do Nordeste, 26/03/2010
Jogada
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Karatê no Ari

O estímulo ao esporte é uma prática do Colégio Ari de Sá.
Vimos hoje a Escolinha de Karatê da sede Aldeota como reveladora
de verdadeiras promessas desse esporte. Acima
os professores Ênio Cardoso, Luís Carlos e Marcos Loiola
com os alunos: Raul, Thiago, Breno, Ian, Dermerval,Carlos
Henrique, Erika, Rafael, João Guilherme, Davi, Tiago. Educação
começa na base.
Diário do Nordeste, 19/03/2010
Jogada
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O basquete no Ari

Educação começa na base. Acima estão as alunas do basquete
da sede Aldeota. Vimos na foto da esquerda para direita:
Roberta, professor Rafael, Cecília, Rebeca, Alane, Daniela,
Larissa, Beatriz e Mariana.
Diário do Nordeste, 15/03/2010
Jogada
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Amar Fortaleza para ir mais longe
Gabriel Henrique de Moraes - Aluna da 3ª Série do Ensino Fundamental
Fortaleza cidade bela
De muitas praias
Sol e castelo de areia
Que atrai turistas para ela.
Nasceu à margem de um rio
Cidade de sol quente
Nas brisas gostosas
Que encantam muita gente.
Cidade de muito trânsito
Muita poluição
A vida aqui é assim...
Temos belezas, mas problemas de montão.
O Povo, 03/04/2010
Jornal do Leitor
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Trabalho Infantil
Flávia Meireles - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Mesmo ingressando em uma rede de ensino pública desde cedo, as crianças brasileiras de famílias mais humildes têm dificuldade de terminar o colegial ou de chegar ao Ensino Médio. Isso se deve a fatores sociais e políticos, como a miséria e o desemprego.
Muitas vezes, essas crianças ficam impossibilitadas de estudar para ajudar com as despesas familiares, já que seus pais estão desempregados. O trabalho infantil é proibido, mas geralmente parece ser a única solução para essas pessoas não viverem em total estado de pobreza.
Sem o término do Ensino Médio, fica cada vez mais difícil a formação dessas crianças em um curso superior, o que futuramente resultará em mais desemprego. Com todos esses obstáculos, mais incentivos à educação devem ser criados, assim tirando de vez o trabalho infantil das ruas do nosso país.
O Povo, 03/04/2010
Jornal do Leitor
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Violência contra crianças e adolescentes
Carolina Herbster Mesquita Jorge - Aluna da 1ª Série do Ensino Médio
Basta ligar a televisão e somos bombardeados com casos de violência de diversos tipos. Um dos que mais choca é a violência contra crianças e adolescentes. Casos como o de Isabella Nardoni são amplamente noticiados e geram comoção nacional, mas o que poucos sabem é que a violência doméstica é muito mais comum do que se imagina e raramente é denunciada. Por que isso acontece?
Acontece porque essa violência, na maioria dos casos, é vista como um modo válido de educar uma criança, sendo assim aceita por outros adultos e, muitas vezes, pelas próprias crianças. Tanto que os castigos corporais são uma tradição em muitas famílias. Os pais foram castigados por seus pais e acabam castigando seus filhos.
Também há o desconhecimento dos efeitos nocivos dessa violência nas crianças, levando mais pais a baterem em seus filhos, achando que um pouco de violência não fará mal. Para constatar tudo isso, é só observar que a maioria dos casos não são denunciados. Segundo uma pesquisa, apenas 40% das agressões são denunciadas por dia no Brasil.
Essa realidade é lamentável, pois a violência contra crianças causa sérios efeitos em seu desenvolvimento, causando problemas até mesmo na fase adulta, como problemas psicológicos. Para evitar isso, devem haver mais denúncias, até mesmo de casos não considerados graves. Não pode haver medo de denunciar e de se intrometer em assuntos de família. Também é importante conscientizar as pessoas das consequências da violência.
A violência contra a criança e o adolescente, ao contrário do que normalmente se pensa, não leva a benefícios em sua educação, mesmo se for pouco aplicada. A educação deve ser feita a partir do amor e do diálogo e, no máximo, com castigos não violentos. Não à violência e sim ao diálogo.
O Povo, 03/04/2010
Jornal do Leitor
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Alcoolismo entre jovens
Gabriel Chagas de Lima - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Cada ano que passa o Brasil conta com mais jovens dependentes do álcool, o que causa transtornos a toda a sociedade. Mas de quem será a culpa de termos tantos jovens envolvidos com este vício? Dos políticos? Da família? Ou do próprio jovem?
Muitas vezes, todos nós temos culpa pelo fato de constituirmos juntos a sociedade. Os políticos com tanto dinheiro não oferecem para os nossos jovens atividades sociais para o enriquecimento e amadurecimento da pessoa, mas o que não faltam nas cidades são bares para promover uma felicidade passageira ao jovem. A sociedade contribui através de ideias torpes que dão a entender que para o aproveitamento total de uma festa é necessário algumas garrafas de álcool e se você não for capaz de bebê-las, você não é uma pessoa legal, interessante e não sabe curtir as festas.
A família tem papel fundamental no envolvimento do jovem com o álcool. Geralmente, os jovens têm em suas famílias, pessoas que são um exemplo para eles, pessoas que lhes dão apoio. No entanto, muitas vezes esse exemplo não é bom, o que facilita a entrada do jovem no mundo do álcool. O jovem por sua vez pode ter todos os fatores que contribuem para que ele seja um alcoólatra, mas se ele teve uma boa educação da família ou da escola sobre o álcool, com certeza ele não se envolverá.
Se os jovens, tanto homens quanto mulheres, tiverem outras atividades familiares e que façam bem para o corpo, elaboradas por políticos juntamente com a sociedade e com o apoio da família, o jovem se libertará do alcoolismo.
O Povo, 20/03/2010
Jornal do Leitor
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Alcoolismo entre jovens
Rayssa Priscilla Costa Reis - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
O consumo de bebidas alcoólicas pelos adultos pode ser o indício para o consumo de bebidas pelos jovens. Atualmente, muitos jovens bebem, e muitas vezes começam a beber cedo; a influência pode partir de pais que têm costume de beber ou de amigos.
A falta de orientação dos pais para com os filhos em relação às bebidas alcoólicas é um erro grave, pois os jovens que não têm costume de beber não conhecem seus limites, e o risco de beberem além da conta pode acontecer. Os jovens, quando vão às festas, procuram se divertir, e muitas vezes o sinônimo de diversão é a bebida, levando assim o jovem ao consumo, às vezes exagerado, de bebida alcoólica; mas também existem outros motivos para o consumo: alguns jovens, por serem tímidos, procuram a bebida para ficarem mais descontraídos, e daí surge o problema. Também o consumo de bebida pode ser induzido por um amigo ou desconhecido, fazendo o jovem ou a jovem iniciar a beber.
No final das contas, os problemas com jovens que bebem podem ser evitados, por meio de uma boa orientação em casa pelos pais, assim, o jovem pode aprender a se divertir sem a necessidade de beber muito.
O Povo, 20/03/2010
Jornal do Leitor
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ENEM: Aluna do Ari é destaque no Jornal O Povo.
A estudante Desirée Castro Cordeiro, 18, também conseguiu uma vaga pelo Enem. Ela sempre estudou em colégio particular e, após dois anos de tentativa, vai realizar o sonho de cursar Medicina. ``Ano passado, só fui aprovada na primeira fase da UFC. Tentei em algumas faculdades de outros estados, mas não alcancei o resultado esperado``, relembra. Desta vez, deu certo.
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A imposição da mídia nos padrões de beleza
Luciana Silva de Sena - Aluna da 9ª Série do Ensino Fundamental
As jovens cada vez mais estão preocupadas com o estereótipo de beleza mostrado na mídia. Dietas, sobrecargas de exercícios físicos, tratamentos de beleza, essas são algumas das coisas que elas fazem.
Mulher alta, magra, olho claro, geralmente loira, é assim que a mídia dita o padrão de beleza para jovens, padrão esse que muitas idolatram; além disso, há também a própria família que às vezes, até inconscientimente, prejudica essas garotas falando que devem ser bonitas para serem “aceitas” na sociedade.
A busca incansável pela beleza leva algumas adolescentes a doenças como a anorexia ou a bulimia que são os mais famosos problemas enfrentados por elas. O apoio de amigos e família é muito importante para superar esses problemas.
A imposição desse padrão, tão cedo, prejudica o psicológico e o físico dessas pessoas. Um problema também é o preconceito que habita tantas cabeças desprovidas de conhecimento e educação, além de respeito ao próximo. A ajuda deve ser feita com o máximo de amor e carinho que é o que essas garotas bem necessitam.
O Povo, 16/01/2010
Jornal do Leitor
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Proibição do fumo: atitude correta ou retirada da liberdade?
Raul Rocha - Aluno da 9ª Série do Ensino Fundamental
O vício de fumar cigarros já se espalhou por todo o mundo. Mesmo assim, apesar de ter consciência dos males do cigarro, muitos fumantes consideram um modismo de uma sociedade politicamente correta.
A atitude de proibir o fumo em locais públicos e privados foi bastante correta e coerente, pois, além de evitar graves prejuízos à saúde, evita que pessoas que não gostam de fumar fiquem no mesmo local que pessoas fumantes.
Por outro lado, a proibição do fumo em locais públicos e privados pode estar tirando a liberdade de algumas pessoas fumarem ou beberem, apesar de o fumo e a bebida causarem dependência e de fazerem mal à saúde.
O melhor para todos é que as pessoas deixem o vício do cigarro e tenham consciência de que, além de estarem fazendo mal para elas mesmas, podem estar prejudicando a saúde de outras pessoas.
O Povo, 16/01/2010
Jornal do Leitor
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A base está no Ari também

O estímulo ao esporte é uma prática do Colégio Ari de Sá.
Vimos hoje a escolinha de futsal da sede Aldeota como reveladora
de verdadeiras promessas desse esporte. Acima o
professor Marcelo Mota com os alunos: Felipe, Saulo, João
Lucas, João Vitor, Vitor Hugo, Carlos Eduardo, Leonardo,
Germano, João Frota, Arthur e Danilo. Praticar esporte para
ir mais longe.
Diário do Nordeste, 09/01/2010
Jogada
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No Ari

Praticar esporte... Para ir mais longe. Acima estão as alunas
da Seleção de Futsal da sede Aldeota.
Na foto: Priscilla, Isis, Camila, professor Eduardo, Daniela,
Beatriz, Katherine e Cíntia.
Diário do Nordeste, 05/01/2010
Jogada
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As conquistas da exploração espacial
Isabelle Oliveira de Queiroz - Aluna da 3ª Série do Ensino Médio
A exploração espacial, que teve seu início no contexto da Guerra Fria, com a disputa ideológica entre Estados Unidos e União Soviética, é, ainda hoje, muito especulada pelas grandes potências mundiais, que visam mostrar ao resto do mundo do que são capazes.
A exploração espacial foi fundamental para o desenvolvimento e para a implementação de novas tecnologias, que auxiliaram no processo de globalização. Com ela, pudemos desenvolver a televisão, o celular e a internet, por exemplo, o que auxilia nas relações mundiais.
Hoje, mesmo com toda a tecnologia já existente, o homem procura por novas informações que auxiliem no aprimoramento dessas tecnologias e que permitam a criação de novas, sempre com o objetivo de facilitar a vida da população e de integrar mais o mundo. Além disso, procura-se fora da Terra por explicações para o surgimento da vida e do universo, além de outras formas de vida.
Portanto, fica clara a importância da exploração espacial para a humanidade, tendo em vista todos os benefícios que ela nos trouxe.
O Povo, 02/01/2010
Jornal do Leitor
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Bons modos no transporte público
Iana Rangel Matias - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Muitos cidadãos, pelo fato de usarem o transporte coletivo diariamente ou durante muito tempo, acabam se esquecendo de como se comportar em um ônibus, trem ou avião. Não é porque aquele local faz parte da sua rotina que você pode se sentir como se estivesse na sua casa.
É necessário que as pessoas que dividem o mesmo transporte público respeitem uns aos outros, pois o que pode parecer normal, para alguns, pode parecer errado e ofensivo para outros. As pessoas que estão utilizando o mesmo transporte tiveram ensinamentos diferentes de cada um em casa. Logo, é preciso que haja educação da parte de todos. As pessoas não podem ocupar mais do que o espaço necessário para a sua comodidade, não podem falar ou fazer algo que só é aconselhável que se faça em casa ou na companhia de pessoas mais íntimas; não ser grosso ou se achar superior a alguém querendo um melhor atendimento ou lugar no transporte por possuir uma situação financeira mais favorável e respeitar os mais velhos, dando preferência a eles.
A etiqueta também deve estar nos transportes coletivos para que haja um melhor convívio entre todos que ocupem o mesmo espaço, tendo assim uma viagem tranquila e sem aborrecimentos.
O Povo, 02/01/2010
Jornal do Leitor
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Proibição do fumo: atitude correta ou retirada da liberdade?
Raul Rocha - Aluno da 9 ª Série do Ensino Fundamental II
O vício de fumar cigarros já se espalhou por todo o mundo. Mesmo assim, apesar de ter consciência dos males do cigarro, muitos fumantes consideram um modismo de uma sociedade politicamente correta.
A atitude de proibir o fumo em locais públicos e privados foi bastante correta e coerente, pois, além de evitar graves prejuízos à saúde, evita que pessoas que não gostam de fumar fiquem no mesmo local que pessoas fumantes.
Por outro lado, a proibição do fumo em locais públicos e privados pode estar tirando a liberdade de algumas pessoas fumarem ou beberem, apesar de o fumo e a bebida causarem dependência e de fazerem mal à saúde.
O melhor para todos é que as pessoas deixem o vício do cigarro e tenham consciência de que, além de estarem fazendo mal para elas mesmas, podem estar prejudicando a saúde de outras pessoas.
O Povo, 09/01/2010
Jornal do Leitor
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Corrida nas “alturas”
Pedro Vinícius Guerra - Aluno da 3ª Série do Ensino Médio
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, o mundo presenciou uma nova ordem mundial, a Guerra Fria. Esse período iniciou a chamada corrida espacial, que era disputada por americanos e soviéticos. Historicamente, a exploração do espaço começou com o lançamento do satélite artificial Sputnik pela União Soviética em 1957. Esse lançamento provocou o aumento das disputas da corrida espacial durante a segunda metade do século XX, resultando na chegada do homem à Lua em 1968.
A disputa entre soviéticos e americanos proporcionou inúmeros investimentos nas áreas de pesquisa relacionadas à tecnologia espacial. Tecnologias desenvolvidas naquela época ajudaram a desenvolver instrumentos que auxiliam até hoje a vida das pessoas, como óculos escuros, cosméticos, material resistente para capacete de moto e aparelhos médicos de imagem de alta resolução.
O mundo está enfrentando uma situação econômica abalada por uma grande crise financeira. Na direção oposta a de outros países, que engavetaram seus projetos espaciais, como o Brasil, a China continua investindo no programa espacial. Em 2020, a China considera possível o envio de instrumentos tripulados à Lua. A independência dos satélites de comunicação de outros países e a vigilância da Terra a partir do espaço são as principais motivações das nações que anseiam lançar satélites.
O século XXI assistirá a uma nova corrida espacial. Dessa vez, a China assumirá o lugar da antiga União Soviética como rival dos Estados Unidos.
O Povo, 02/01/2010
Jornal do Leitor
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Restrição polêmica
Cecília Aires de Castro - Aluna da 2ª Série do Ensino Médio
Pode-se observar que a quantidade de pessoas que morrem por conta do uso excessivo do cigarro é assustadora. Porém esse caso seria menos polêmico se o prejuízo causado pelo cigarro afetasse apenas os usuários diretos do tabaco. Mas ele prejudica também as pessoas não fumantes que estão em contato com as que fumam.
Para resolver esse dilema, alguns estados brasileiros proibiram o uso de cigarro em espaços públicos fechados. Esse caso vem se tornando bastante polêmico pela enorme restrição aos fumantes, e pelos prejuízos de alguns restaurantes e bares do País. Porém existem inúmeras pessoas beneficiadas e que terão sua saúde preservada por essa lei de restrição ao fumo. Várias pessoas se sentem incomodadas e prejudicadas pela fumaça tóxica do cigarro. Por isso, os fumantes deveriam observar os benefícios que essa lei oferece a uma grande parte da população. Para que todos fossem beneficiados, a lei poderia permitir a criação de fumódromos, local onde apenas usuários do cigarro frequentariam.
Os fumantes não deveriam se sentir ofendidos com a restrição ao uso do cigarro em ambientes coletivos, e sim repensar nas escolhas feitas e colocar a sua saúde e a das outras pessoas em primeiro lugar.
O Povo, 02/01/2010
Jornal do Leitor
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Segregação racial, um problema histórico
Aline Giroux - Aluno da 3ª Série do Ensino Médio
Observa-se que, atualmente, a ideia de inferioridade da raça negra, decorrente do modelo escravista da colonização brasileira, tem-se tornado cada vez menos intensa. No entanto, o preconceito racial ainda está presente em nossa sociedade, ainda que esse preconceito seja visto pela própria sociedade como algo ruim. O problema preocupa as autoridades e, principalmente, as pessoas vítimas dessa discriminação, que se sentem, muitas vezes, segregadas.
No período colonial, negros africanos foram trazidos ao Brasil para compor a mão de obra escrava. O preconceito vigente nessa época era decorrente das ideias de inferioridade e de desumanização dos negros. Mesmo após a derrubada desses pensamentos e a libertação dos escravos, a ausência de planejamentos que proporcionassem educação e integração social e profissional para os afrodescendentes os tornou, marjoritariamente, componentes da população miserável e muitos se marginalizaram. A consequência disso é que, atualmente, o preconceito, em geral, decorre da associação do negro à marginalização.
Diante da segregação provocada por esse preconceito, as autoridades competentes têm sugerido ações afirmativas, que, nesse caso, estabelecem tratamento diferenciado a grupos sociais considerados historicamente discriminados, como, por exemplo a reserva de vagas para negros nas universidades. Pesquisas revelam que tais medidas não têm surtido os efeitos esperados. Além disso, tratar de formas diferenciadas pessoas de raças distintas só aumenta as desigualdades entre elas. Vale ressaltar, ainda, que um exame de vestibular deve avaliar os candidatos pelos seus conhecimentos e capacidade de raciocínio, e não pela cor de sua pele.
Visando obter uma sociedade mais igualitária, sugere-se, prioritariamente, a conscientização, principalmente em escolas, para que, desde crianças, as pessoas compreendam que a espécie humana é uma só. Além disso, a implementação de políticas sociais universais, como Bolsa Família, e a valorização do salário mínimo, são de extrema importância para diminuir as diferenças entre brancos e negros a curto prazo. Essas medidas devem estar aliadas à valorização do ensino público e ao combate à marginalização, pois acredita-se que a igualdade econômica promoverá uma grande diminuição do preconceito racial brasileiro.
O Povo, 02/01/2010
Jornal do Leitor